<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901</id><updated>2011-10-06T13:54:10.288-07:00</updated><category term='dialética marxista'/><category term='levante do gueto de varsóvia'/><category term='curso'/><category term='abrão slavustky'/><category term='josé martí'/><category term='Marx'/><category term='ruth ignácio'/><category term='cuba'/><category term='américa latina'/><category term='atividade'/><category term='airan milititsky aguiar'/><title type='text'>Clube de Cultura</title><subtitle type='html'>Fundado em 31 de maio de 1950, pretende " ...incentivar o desenvolvimento das artes e letras, criando grupos theatrais já consagrando elementos esparsos de amadores de diferentes, como musica, dança, pintura etc. Proporcionando um clima adequado a emulação e estimulo para o aproveitamento máximo destes valores e favorecer seu aprimoramento." (ata de fundação)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>43</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-440617188347353015</id><published>2011-10-06T13:53:00.000-07:00</published><updated>2011-10-06T13:54:10.390-07:00</updated><title type='text'>Clube de Cultura é tombado como patrimonio de Porto Alegre</title><content type='html'>Clube de Cultura, o mais novo tombamento&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um longo tempo de análise, o Clube de Cultura, desde a semana passada, é, por tombamento municipal, patrimônio cultural de Porto Alegre. Foi fundado em 31 de maio de 1950, “por um grupo de judeus porto-alegrenses de orientação laico-progressista e filiação política de esquerda”, como consta do processo que encaminhou o seu reconhecimento como patrimônio histórico. O coordenador da Memória Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura, Luiz Antônio Custódio, afirma que os tombamentos se justificam pelos valores históricos, culturais, etnográficos ou arquitetônicos dos bens. O do Clube de Cultura deveu-se ao seu valor histórico. “Ali nasceu, por exemplo, o Clube de Cinema Humberto Mauro, que deu origem à Casa de Cinema e ao Polo de Cinema do Rio Grande do Sul”, lembra Custódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coordenador da Memória Cultural frisa que a importância do Clube de Cultura não está no seu prédio, mas na sua ideia. “O mesmo aconteceu no tombamento do Teatro de Arena”. O mais novo patrimônio histórico de Porto Alegre teve um grande impacto sobre a cultura gaúcha, devido “à sua atividade e às ideias que circularam e ainda circulam por ali”, diz Custódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Clube participavam também, como sócios, importantes nomes da cultura gaúcha, que não eram de origem judaica, como o médico Rubem Maciel, o artista plástico Vasco Prado e o poeta e historiador Guilhermino César. A entidade contou com apoiou também, ao longo de sua história, de intelectuais como Graciliano Ramos, Jorge Amado, Henrique Scliar, Aparício Torelli (Barão de Itararé), Carlos Scliar, Vinícius de Morais, Elis Regina, Danúbio Gonçalves, Moacir Scliar e Caio Fernando Abreu. O documento que instruiu o tombamento do Clube informa que a história da entidade se divide em quatro etapas, marcadas “por fatores históricos externos”. A primeira, de 1950 a 1957, quando foi inaugurada a sede, se caracteriza pelo posicionamento do Clube “como espaço de práticas sociais e culturais”. A segunda etapa, de 1957 a 1964, consolidou o local como “centro cultural de relevância nacional”, havendo uma abertura para todos os indivíduos e segmentos da sociedade. A etapa seguinte coincide com o período da ditadura (1964-1985) e é denominada de “período de sobrevivência”, já que a instituição era vista pelos militares como de esquerda. Os sócios se afastaram e o Clube enfrentou problemas econômicos. Neste período, “passaram a frequentar o lugar cidadãos de diversas origens étnicas e filiações políticas que compartilhavam com os fundadores os mesmos princípios e que tacitamente se opunham à Ditadura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última fase começa em 1985, com a redemocratização do país. Uma época em que o “Clube não é mais um reduto dos judeus progressistas, porém mantém a mesma linha de atuação traçada por seus idealizadores e continua sua sobrevivência, não contra a repressão política e sim contra uma ameaça maior: a banalização da cultura e as formas de socialização atuais caracterizadas pela falta de compromisso do indivíduo com a sociedade e com a construção de um mundo mais digno e justo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nubia Silveira (texto) e Flavia Boni Licht (consultora)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://portoimagem.wordpress.com/2011/07/31/patrimonio-historico-restaurar-custa-tres-vezes-mais-do-que-conservar/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-440617188347353015?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/440617188347353015/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=440617188347353015' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/440617188347353015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/440617188347353015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2011/10/clube-de-cultura-e-tombado-como.html' title='Clube de Cultura é tombado como patrimonio de Porto Alegre'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4785850094330332444</id><published>2011-09-19T12:02:00.000-07:00</published><updated>2011-09-19T12:36:50.010-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Palestras: A CRISE DO NEOLIBERALISMO E A INTERVENÇÃO NO ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA DO NORTE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U165THshAik/TneR9HdZt3I/AAAAAAAAALI/JGGUyjlMGyE/s1600/crise%2Bdo%2Bneolib%2Be%2Ba%2Binterv%2Bna%2Bafrica%2Be%2Borient%2Bmed.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654148336347363186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-U165THshAik/TneR9HdZt3I/AAAAAAAAALI/JGGUyjlMGyE/s400/crise%2Bdo%2Bneolib%2Be%2Ba%2Binterv%2Bna%2Bafrica%2Be%2Borient%2Bmed.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;26-09-2011 2ª. Feira&lt;br /&gt;INTERVENÇÃO HUMANITÁRIA NA LÍBIA: PETRÓLEO, ÁGUA E OURO&lt;br /&gt;Luis Dario T. Ribeiro&lt;br /&gt;Prof. História UFRGS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28-09-2011 4ª. Feira&lt;br /&gt;REVOLTA ÁRABE: IMPLICAÇÕES ESTRATÉGICAS&lt;br /&gt;Paulo F. Visentini&lt;br /&gt;Prof. Relações Internacionais UFRGS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29-09-2011 5ª. Feira&lt;br /&gt;A GEOPOLÍTICA DO PETRÓLEO E AS REVOLUÇÕES ÁRABES&lt;br /&gt;Lucas Kerr Oliveira&lt;br /&gt;Prof. Relações Internacionais Uniritter e ESPM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-10-2011 2ª. Feira&lt;br /&gt;A PRIMAVERA NO EGITO&lt;br /&gt;José Miguel Martins&lt;br /&gt;Prof. Relações Internacionais UFRGS&lt;br /&gt;Fernanda Lopes Silva&lt;br /&gt;Graduanda de Relações Internacionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-10-2011 4ª. Feira&lt;br /&gt;OS CONFLITOS NO YEMEN&lt;br /&gt;Ana Lucia Pereira&lt;br /&gt;Profª Relações Internacionais ESPM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-10-2011 5ª. Feira&lt;br /&gt;REVOLUÇÕES ÁRABES E CONSEQÜÊNCIAS PARA OS PAÍSES AFRICANOS&lt;br /&gt;Igor Castellano da Silva&lt;br /&gt;Doutorando em Estratégias Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-4785850094330332444?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/4785850094330332444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=4785850094330332444' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4785850094330332444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4785850094330332444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2011/09/ciclo-de-palestras-crise-do.html' title='Ciclo de Palestras: A CRISE DO NEOLIBERALISMO E A INTERVENÇÃO NO ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA DO NORTE'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U165THshAik/TneR9HdZt3I/AAAAAAAAALI/JGGUyjlMGyE/s72-c/crise%2Bdo%2Bneolib%2Be%2Ba%2Binterv%2Bna%2Bafrica%2Be%2Borient%2Bmed.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4135824892499261726</id><published>2011-04-11T08:01:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T08:10:50.138-07:00</updated><title type='text'>ciclo de palestras 'Cone sul: o terrorismo de Estado em julgamento', que será realizado no Clube de Cultura, nos dias 18, 19, 25 e 26 de abril.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-v5URVWspjFQ/TaMZLWvWlhI/AAAAAAAAAK8/aZPssg73XvI/s1600/CartazDitadura%255B1%255D_150x150_p1%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; 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MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532473912442846098" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/TMdLtghFe5I/AAAAAAAAAKU/DyAUcQCDQt8/s400/tv+no+brasil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-6606741898577550028?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/6606741898577550028/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=6606741898577550028' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6606741898577550028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6606741898577550028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2010/10/ciclo-de-palestras-tv-no-brasil.html' title='Ciclo de Palestras: A  TV no Brasil'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/TMdLtghFe5I/AAAAAAAAAKU/DyAUcQCDQt8/s72-c/tv+no+brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-7943584494690984186</id><published>2010-09-19T14:35:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T15:15:10.744-07:00</updated><title type='text'>Depoimento de Moacyr Scliar sobre o Clube de Cultura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O Clube de Cultura foi um marco importante na história da comunidade judaica de Porto Alegre, e na própria história da cidade e do Estado. Era uma entidade "progressista", quer dizer, seus membros eram simpatizantes do Partido Comunista, gente que via na arte e na cultura fatores de transformação social. Daí porque o Clube tinha um amplo programa de atividades: palestras, apresentações teatrais, exposições... No meu caso, a ligação tinha um componente afetivo muito forte: durante anos a figura chave no Clube foi meu tio, Henrique Scliar, pai do pintor Carlos Scliar e do fotógrafo Salomão Scliar. Tio Henrique era um homem de extraordinária cultura e dedicação: quando da construção do Clube muitas vezes ele trabalhou lado a lado com os operários. O fim do sonho comunista foi um golpe para a instituição. Mas o sonho que ela representava permanece vivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 255px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518749733936942290" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/TJaJpLeXzNI/AAAAAAAAAKM/BHBY1lcNR4U/s400/Ao+centro+henriuque+scliar+a+direita+barao+de+itarar%C3%A9.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;Ao centro Henrique Scliar, &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;a direita Aparicio Torelly (o humorista Barão de Itararé) &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(195?)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-7943584494690984186?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/7943584494690984186/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=7943584494690984186' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/7943584494690984186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/7943584494690984186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2010/09/depoimento-de-moacyr-scliar-sobre-o.html' title='Depoimento de Moacyr Scliar sobre o Clube de Cultura'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/TJaJpLeXzNI/AAAAAAAAAKM/BHBY1lcNR4U/s72-c/Ao+centro+henriuque+scliar+a+direita+barao+de+itarar%C3%A9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-255390755188060699</id><published>2010-03-21T18:46:00.001-07:00</published><updated>2010-03-21T18:48:21.194-07:00</updated><title type='text'>Clube de Cultura 60 anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/S6bML39kOqI/AAAAAAAAAJ0/CeKG2ocuBqs/s1600-h/60+anos+imp+eua.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/S6bML39kOqI/AAAAAAAAAJ0/CeKG2ocuBqs/s400/60+anos+imp+eua.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451268903351368354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/S6bMLIwe2EI/AAAAAAAAAJs/zlWT0r7w3Fw/s1600-h/cartaz+of+teatro+sandro+preto+em+curv.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/S6bMLIwe2EI/AAAAAAAAAJs/zlWT0r7w3Fw/s400/cartaz+of+teatro+sandro+preto+em+curv.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5451268890680023106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Clube de Cultura, 60 &lt;br /&gt;http://www.asa.org.br/frameboletim.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Clube de Cultura foi fundado em 30 de maio de 1950, a fim de criar um espaço para atividades artístico-culturais que não encontravam acolhida nos lugares já consagrados da cidade de Porto Alegre. A iniciativa foi de catorze ativistas político-culturais, judeus não sionistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alugaram uma casa na Rua Ramiro Barcelos, onde o Clube formou um coral e realizou diversas palestras e atividades. Decidiram comprar o terreno e construir uma nova sede com salas para diversos usos, além de um auditório. Vendo que não seria fácil pagar o terreno e os custos das obras, tiveram a idéia de fazer um condomínio, e parte da construção abrigaria a sede do Clube de Cultura. Assim, a atual sede foi inaugurada em 1958. &lt;br /&gt;Realizaram palestras e exposições no Clube, nos anos 1950, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Aparício Torelli (Barão de Iatararé), Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves e Vasco Prado, por exemplo. Grupos de outros países, como Argentina e Uruguai , bem como de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, realizaram no novo auditório apresentações, em ídish, de cunho popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após inaugurada, a sede foi palco de inúmeras atividades. O Clube comemorou seu aniversário em 1961 com Elis Regina. O CPC apresentou o Auto dos 99%, texto que embalava as discussões sobre a reforma do ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.F. Gastal deu força ao Clube de Cinema na sede do Clube de Cultura junto a um dos fundadores. Jacob Koutzii, imigrante da Bessarábia e autodidata, foi pioneiro na crítica cinematográfica assinando suas criticas sob o pseudônimo de Plínio Moraes. &lt;br /&gt;O coral próprio, regido primeiro por Esther Scliar e depois por Helena Wainberg, ensaiava músicas eruditas, populares e em ídish, entre estas o Hino dos Partisans, cantado no ato comemorativo do Levante do Gueto de Varsóvia. Neste, sobretudo, lembravam a resistência e luta contra qualquer discriminação e opressão; celebravam a autodeterminação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1962, o Clube abriu suas portas a todos os cidadãos. Formado novo grupo de teatro próprio, encenaram A prostituta respeitosa, de Sartre. Nos embalos do novo ritmo brasileiro, organizou o espetáculo Bossa 64. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento do golpe militar, o quadro social, marcado por um corte de esquerda, entra em pânico. O Clube se manteve na ativa por coragem de quatro dos antigos diretores: Hans Baumann, Henrique Scliar, André Paulo Franck e Salomão Schwartz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O símbolo da resistência era erguido mais uma vez, denunciando o regime de exceção. A comemoração do Levante do Gueto de Varsóvia em 1964 deveria contar com a participação do então deputado federal Leonel Brizola. Da organização deste ato é lavrada a última ata no livro original de atas da Diretoria. Vastamente adulterado, foi reescrito em um “novo livro de atas da Diretoria”, a fim de não deixar “rabo preso” para a repressão. &lt;br /&gt;Apesar de todas as adversidades oriundas da repressão, a vida do Clube se manteve intensa. Especial destaque para a montagem teatral dos “redescobertos” textos de Qorpo Santo. O Grupo de Teatro do Clube de Cultura recebeu prêmios por essa montagem e consagrou Qorpo Santo como um expoente da literatura brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos 60 ainda funcionou a Frente Gaúcha de Música Popular, formada por jovens que buscavam romper com as cadeias da indústria cultural alienante. Nos anos 70, Gerbase e Furtado organizaram oficinas de cinema quando ainda jovens faziam cinema por “diversão”&lt;br /&gt;Nos anos 80, a Coompor badalou o Bonfim com o projeto Coompor canta Lupi. Caio Fernando Abreu e Luciano Albarse montavam os textos de nosso maldito favorito no auditório Henrique Scliar. Este, homenageado em vida com seu nome no auditório que ajudou a construir. &lt;br /&gt;O tio Henrique, como era conhecido, e muito citado nas crônicas de Moacyr Scliar, mesmo não sendo conhecido pelas novas gerações, é exemplo de que a luta por um mundo novo, justo e igualitário não se faz apenas de derrotas. O Clube mantém suas atividades mesmo sendo uma sombra do que foi no passado, mas nesses 60 anos a coisa vai mudar! O azul vai vencer o cinza que cobriu o nosso céu!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-255390755188060699?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/255390755188060699/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=255390755188060699' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/255390755188060699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/255390755188060699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2010/03/clube-de-cultura-60-anos.html' title='Clube de Cultura 60 anos'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/S6bML39kOqI/AAAAAAAAAJ0/CeKG2ocuBqs/s72-c/60+anos+imp+eua.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-2559418374599842719</id><published>2009-12-16T23:10:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T23:11:48.162-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sarau-festa “Quando a primeira estrela aparecer no céu” antecede as comemorações dos 60 anos de história do Clube de Cultura de Porto Alegre &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento ocorre nesta sexta-feira (18/12), às 19h e contará com sarau Especial Ferreira Gullar, leitura dramática de textos de Bertold Brecht e show com clássicos do samba das décadas de 60 e 70&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tradição judaica, a passagem do dia para a noite é marcada por “Quando a primeira estrela aparecer no céu”. Esse evento natural dá nome ao início das atividades comemorativas dos 60 anos do Clube de Cultura de Porto Alegre, com o sarau-festa. O evento acontece nesta sexta-feira, 18 de dezembro, às 19h, no Clube de Cultura de Porto Alegre, localizado na Rua Ramiro Barcelos, 1853 e lembrará um pouco desta história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as atrações, Lorenzo e Rodolfo Ribas apresentam o sarau Especial Ferreira Gullar, com poemas musicados e performance, seguido do Sarau Aberto. O grupo Levanta-Favela realiza a encenação “Árvore em fogo”, com colagem de textos de Bertold Brecht e o grupo musical Violeiro Só e os Mal-Acompanhados toca clássicos do samba das décadas de 60 e 70. Após, as atividades seguem com Jam Session reunindo músicos convidados e artistas que comparecerem ao local. Os ingressos podem ser adquiridos ao valor de R$ 2,00, mas portando um instrumento musical fica isento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundado em 30 de maio de 1950 por um grupo de judeus progressistas, o local tornou-se logo uma das principais referências da cidade, e mais tarde tornou-se bastião da resistência artística contra ditadura, contando com a colaboração de diversos artistas e intelectuais. A lista é enorme: Graciliano Ramos, Jorge Amado, Barão de Iatararé, Vinícius de Moraes, Elis Regina, Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves, Vasco Prado, P.F. Gastal, Jacob Koutzi, Carlos Gerbase, Furtado, Caio Fernando Abreu, Luciano Albarse, Henrique Scliar e Moacyr Scliar, entre muito outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As programações comemorativas seguem até 30 de maio de 2010, quando será realizada festa de aniversário do clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERVIÇO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sarau-festa “Quando a primeira estrela aparecer no céu”&lt;br /&gt;Quando: sexta-feira, 18 de dezembro, às 19 horas  &lt;br /&gt;Local: Clube de Cultura de Porto Alegre (Rua Ramiro Barcelos, 1853)&lt;br /&gt;Ingresso: R$5,00  (portando um instrumento musical isenta o ingresso) &lt;br /&gt;Atrações: &lt;br /&gt;Especial Ferreira Gullar: Lorenzo e Rodolfo Ribas apresentam poemas musicados de Ferreira Gullar, seguido de Sarau Aberto com convidados.      &lt;br /&gt;“Árvore em fogo”: Cambada Levanta-Favela apresenta trechos da obra de Bertold Brech&lt;br /&gt;Show de samba das décadas de 60 e 70: com grupo musical Violeiro Só e os Mal-Acompanhados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-2559418374599842719?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/2559418374599842719/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=2559418374599842719' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/2559418374599842719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/2559418374599842719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/12/sarau-festa-quando-primeira-estrela.html' title=''/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-831973483294485317</id><published>2009-12-11T04:54:00.000-08:00</published><updated>2009-12-16T03:43:24.069-08:00</updated><title type='text'>QUANDO A PRIMEIRA ESTRELA APARECER NO CÉU</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SyfZhg71iAI/AAAAAAAAAJg/WrzOCT25wbA/s1600-h/QUANDO+A+PRIMEIRA+ESTRELA+APARECER+NOC%C3%89U.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SyfZhg71iAI/AAAAAAAAAJg/WrzOCT25wbA/s400/QUANDO+A+PRIMEIRA+ESTRELA+APARECER+NOC%C3%89U.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415536246736128002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breve história do Clube de Cultura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Clube de Cultura foi fundado em 30 de maio de 1950, a fim de criar um espaço no qual pudessem ser realizadas atividades artístico culturais que não encontravam acolhida nos lugares já consagrados da cidade de Porto Alegre. O grupo que teve essa iniciativa era formado por quatorze ativistas político-culturais, judeus não sionistas. Constituído, a principio, enquanto uma associação judaica, esse grupo se organizou a fim de construir um espaço que pudesse dar conta de seu objetivo fundacional:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Criar uma associação de caráter cultural que exerça e incentive o desenvolvimento das artes e letras, já criando grupos teatrais, já consagrando elementos esparsos de amadores de diferentes artes, como música, dança, pintura etc, proporcionando um clima adequado a emulação e estímulo para o aproveitamento máximo destes valores e favorecer seu aprimoramento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Buscando tornar possível esse ideal, alugam uma pequena casa na Rua Ramiro Barcelos na qual funciona durante  seus primeiros anos. Inúmeros intelectuais e artistas colaboraram com o Clube. Realizaram palestras e exposições durante os anos 50: Graciliano Ramos, Jorge Amado, Aparício Torelli (Barão de Iatararé), Carlos Scliar, Danúbio Gonçalves e Vasco Prado, entre outros. Como a modesta sede era insuficiente para abrigar suas atividades, os membros do Clube de Cultura iniciam uma campanha para concretizar o sonho da sede prórpria, que deveria incluir um auditório e salas para abrigar diversas atividades.&lt;br /&gt;Em 1958 o sonho se concretiza, passando a ser palco de inúmeras atividades e abrindo espaço aos novos talentos que surgiam, como Elis Regina. Grupos argentinos e uruguaios apresentam-se no novo auditório do Clube. &lt;br /&gt;Na década de 60 o CPC (Centro Popular de Cultura da UNE) passa a utilizar o espaço para montagem de textos de autores como Brecht e Sartre A peça A prostituta respeitosa é um verdadeiro escândalo na época. Também montagens inseridas na luta pela Reforma do Ensino, são apresentadas. Grêmios estudantis, companhias de teatro, grupos musicais, orquestras, organizações diversas da sociedade civil procuram o Clube de Cultura para realizar suas apresentações e atividades.&lt;br /&gt;Ainda nos anos 60 P.F. Gastal  dá início ao Clube de Cinema na sede do Clube de Cultura junto a um dos fundadores do Clube. Jacob Koutzi, pioneiro da critica cinematográfica na capital assinando seus textos em jornal sob o pseudônimo de Plínio Moraes. Realizaram muitas sessões de cinema com debates. Nos anos 70 Carlos Gerbase e Celso Furtado organizam cine clubes e oficinas de cinema quando ainda jovens faziam cinema por “diversão”&lt;br /&gt;Nos anos 80 a Coompor badala o Bonfim com o projeto Coompor canta Lupi. Caio Fernando Abreu e Luciano Albarse montam textos no auditório Henrique Scliar, o tio Henrique, como era conhecido e muito citado nas crônicas de seu sobrinho Moacyr Scliar. &lt;br /&gt;Mesmo enfrentando dificuldades, o Clube de Cultura mantém suas portas aberta e suas atividades ininterruptamente ao longo desses 60 anos. Quando a primeira estrela aparecer no céu as homenagens a essa longa história de resistência e militância cultural terão seu início. &lt;br /&gt;Viva o 30 de Maio!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-831973483294485317?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/831973483294485317/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=831973483294485317' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/831973483294485317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/831973483294485317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/12/quando-primeira-estrela-aparecer-no-ceu.html' title='QUANDO A PRIMEIRA ESTRELA APARECER NO CÉU'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SyfZhg71iAI/AAAAAAAAAJg/WrzOCT25wbA/s72-c/QUANDO+A+PRIMEIRA+ESTRELA+APARECER+NOC%C3%89U.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-5738102017436386287</id><published>2009-11-23T08:19:00.001-08:00</published><updated>2009-11-23T08:19:58.119-08:00</updated><title type='text'>Uma historia do Clube</title><content type='html'>Uma historia do Clube:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://docs.google.com/fileview?id=0B9XtwVlHTX5fY2VkMGMwMDAtODA2NS00YWYzLWFmZmQtYTA2YTA1MDU3ZTgy&amp;hl=en&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-5738102017436386287?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/5738102017436386287/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=5738102017436386287' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/5738102017436386287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/5738102017436386287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/11/uma-historia-do-clube.html' title='Uma historia do Clube'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-1759312995342126320</id><published>2009-11-18T07:35:00.001-08:00</published><updated>2009-11-18T07:36:30.829-08:00</updated><title type='text'>Cico de Palestras: II Guerra Mundial</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SwQUdme8r7I/AAAAAAAAAJE/5BlzkdM7_7A/s1600/II_GM.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 283px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SwQUdme8r7I/AAAAAAAAAJE/5BlzkdM7_7A/s400/II_GM.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5405467951530553266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-1759312995342126320?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/1759312995342126320/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=1759312995342126320' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1759312995342126320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1759312995342126320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/11/cico-de-palestras-ii-guerra-mundial.html' title='Cico de Palestras: II Guerra Mundial'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SwQUdme8r7I/AAAAAAAAAJE/5BlzkdM7_7A/s72-c/II_GM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-732791094942672594</id><published>2009-10-26T09:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-26T09:05:52.962-07:00</updated><title type='text'>Percursos Urbanos – Escuta na Cidade / Ruído na Bienal</title><content type='html'>Percursos Urbanos – Escuta na Cidade / Ruído na Bienal, projeto do artista brasileiro Julio Lira para o Programa de Residências Artistas em Disponibilidade da 7ª Bienal do Mercosul. Compartilhar conhecimentos e (re)descobrir espaços e pessoas é o objetivo dos percursos que tem duração de três horas e meia e trajetos diferentes a cada dia. As saídas serão sempre as 15h no Armazém A3, do Cais do Porto. As vagas são limitadas e as inscrições gratuitas podem ser feitas, com até um dia de antecedência, pelo telefone 3254 7545 ou através do e-mail julia@bienalmercosul.art.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto Percursos Urbanos se caracteriza por criar roteiros investigativos dentro de uma metodologia própria. Em Porto Alegre, Percursos Urbanos - Escuta na Cidade / Ruído na Bienal irá apresentar e discutir os desafios e as possibilidades da urbe, através de conversas com pessoas de saberes acadêmicos e populares, que atuarão como mediadores durante os trajetos realizados em ônibus urbanos. Em outubro, Percursos Urbanos acontece entre os dias 21, 22, 24, 25, 28, 29 e 31 de outubro. Em novembro, nos dias 01, 04, 05, 07, 11, 14 e 15. A saída será sempre do Armazém A3 do Cais do Porto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto é desenvolvido também em Fortaleza/Ceará, há mais de cinco anos, pelo coletivo Mediação de Saberes em parceria com o Centro Cultural Banco do Nordeste de Fortaleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações sobre o artista podem ser conferidas em http://juliolira.wordpress.com. Programação semanalmente atualizada em www.bienalmercosul.art.br.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação 2a Semana - 28.out a 01.nov&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIONÍSIO FOI À GUERRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Teatro de Resistência em Porto Alegre&lt;/span&gt;. Um tempo onde o palco era arena de combate. Os temores nas noites frias e perigosas encontravam a coragem calorosa na simbiose entre artista e público, todos sabendo exatamente do que se tratava estar ali. Um trajeto por espaços incrustados na paisagem não só como prédios, mas como histórias e vivências em que a arte era do espírito e da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediação: Rafael Guimaraens. Jornalista, vivenciou o período da luta contra a ditadura militar e tem livros publicados sobre a memória cultural da cidade, entre eles, Teatro de Arena – Palco de Resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 28 de Outubro, quarta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O percurso encerra no Clube de Cultura com a Apresentação de Elisa Pinheiro Trio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTERFERÊNCIA NA BIENAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuta na cidade, ruído na bienal - Neste percurso os participantes serão convidados a  interferir em uma obra da bienal, alterando sentidos, recriando-a provisoriamente. O roteiro se inicia assistindo e debatendo o vídeo da artista escolhida, Ana Gallardo. Em seguida, as pessoas serão conduzidas por uma deriva na cidade em busca de objetos que mais tarde serão projetados em confronto com a obra da artista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador:  Júlio Lira. Artista e sociólogo participa do programa Artistas em Disponibilidade desenvolvido pela VII Bienal do Mercosul&lt;br /&gt;Dia 29 de outubro, quinta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mobilizações urbanas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cidade Desejante. Recorrente a imagem nas cidades latino-americanas de pessoas  relegadas a condições subumanas de moradia e trabalho, já descrentes do valor da voz e das mãos. Sem renda, são geralmente ignoradas por projetos habitacionais. Nesta tarde, em rota inversa, iremos conhecer comunidades residenciais  resultantes de experiências de persistente mobilização popular. Uma oportunidade de observar o caminho entre o desejo, o desenho da imaginação e a prática cotidiana de autogestão e cooperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: Fernando Campos Costa. Ativista social, permacultor, técnico militante no campo da bioarquitetura e ações cooperativas. Membro do Casa Tierra, Núcleo de Amigos da Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 31 de outubro, sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CULTURA DE RUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cidade Reconfigurada. O skate de rua busca explorar a cidade, vivenciar sua dimensão lúdica e a expressão corporal de seus praticantes. É uma prática urbana que se apóia em  interfaces gráficas como revistas, camisetas, estampas de pranchas, demarcações de território assim como  em universos sonoros afins. Talvez por isso muitos dos seus adeptos fogem da categoria de atletas e se vêem como artistas performáticos, especialistas em reconfigurar a arquitetura e mobiliário urbanos através de uma percepção singular do espaço. Neste percurso iremos investigar a performance do skate, com suas táticas e críticas à suposta ordem estabelecida pelas instituições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: Lucas Ribeiro. Skatista, fanzineiro, jornalista, curador independente e galerista. Sócio-fundador da extinta galeria Adesivo e autor do projeto e curadoria geral da mostra TRANSFER, no Santander Cultural. Escreve para as revistas Vista Skateboard Art e Void, é sócio da produtora noz.art e proprietário da galeria FITA TAPE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 01 de novembro, domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço&lt;br /&gt;Programa de Residências Artistas em Disponibilidade, com artista Julio Lira &lt;br /&gt;Percursos Urbanos - Escuta na Cidade / Ruído na Bienal&lt;br /&gt;Dias 28, 29, 31 de outubro e 1 de novembro&lt;br /&gt;Saída do Armazém A3, do Cais do Porto: das 15h às 18h30min &lt;br /&gt;Entrada franca, mediante inscrições antecipadas pelo telefone 3254 7545 ou pelo e-mail julia@bienalmercosul.art.br&lt;br /&gt;É necessário chegar com 15min de antecedência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julia Coelho&lt;br /&gt;produção programa de residências: Artistas em Disponibilidade&lt;br /&gt;Projeto Pedagógico - Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul&lt;br /&gt;55 51 3254 7545&lt;br /&gt;55 51 8423 2653&lt;br /&gt;skype: juliacoelha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-732791094942672594?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/732791094942672594/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=732791094942672594' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/732791094942672594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/732791094942672594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/10/percursos-urbanos-escuta-na-cidade.html' title='Percursos Urbanos – Escuta na Cidade / Ruído na Bienal'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-767980473468643621</id><published>2009-10-25T17:49:00.000-07:00</published><updated>2009-10-25T17:51:08.039-07:00</updated><title type='text'>Happyhour.com Elisa Pinheiro Trio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SuTydxhopDI/AAAAAAAAAI8/urrxEdr91mM/s1600-h/divulgjorgeelisa.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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cursor:hand;width: 278px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SkJVVq2weOI/AAAAAAAAAHw/Z0lBWgeRT-s/s400/o+mundo+segundo+a+monsanto%5B1%5D.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350933138039142626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-3143263216864628109?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/3143263216864628109/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=3143263216864628109' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3143263216864628109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3143263216864628109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/06/cine-debate-o-mundo-segundo-monstanto.html' title='Cine Debate - O Mundo segundo a Monsanto'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SkJVVq2weOI/AAAAAAAAAHw/Z0lBWgeRT-s/s72-c/o+mundo+segundo+a+monsanto%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-3375959046070586115</id><published>2009-05-27T11:30:00.000-07:00</published><updated>2009-05-28T09:02:15.176-07:00</updated><title type='text'>Sarau!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Sh6zgEvwNxI/AAAAAAAAAHg/rW_TVNBkwK8/s1600-h/sarau+59+anos(2).jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Sh6zgEvwNxI/AAAAAAAAAHg/rW_TVNBkwK8/s400/sarau+59+anos(2).jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340903571719206674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-3375959046070586115?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/3375959046070586115/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=3375959046070586115' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3375959046070586115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3375959046070586115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/05/sarau.html' title='Sarau!'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Sh6zgEvwNxI/AAAAAAAAAHg/rW_TVNBkwK8/s72-c/sarau+59+anos(2).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4671665692842361523</id><published>2009-05-18T21:30:00.000-07:00</published><updated>2009-05-22T15:55:21.356-07:00</updated><title type='text'>O bom velhinho está de volta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShctSWq7MrI/AAAAAAAAAHQ/9P43zADW1T8/s1600-h/marx_dario_2009+xxx.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShctSWq7MrI/AAAAAAAAAHQ/9P43zADW1T8/s400/marx_dario_2009+xxx.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338785676617527986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-4671665692842361523?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/4671665692842361523/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=4671665692842361523' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4671665692842361523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4671665692842361523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/05/o-bom-velhinho-esta-de-volta.html' title='O bom velhinho está de volta'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShctSWq7MrI/AAAAAAAAAHQ/9P43zADW1T8/s72-c/marx_dario_2009+xxx.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-8824691476817644685</id><published>2009-05-18T21:00:00.000-07:00</published><updated>2009-05-18T21:27:03.333-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='josé martí'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='américa latina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ruth ignácio'/><title type='text'>Anotações - Palestra sobre José Martí</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShI0W1HmrjI/AAAAAAAAAHA/yKc7SdkJM8s/s1600-h/DSC09383.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShI0W1HmrjI/AAAAAAAAAHA/yKc7SdkJM8s/s400/DSC09383.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337386075208199730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Susana Oderich (Associação Cultural José Martí), Ruth Ignácio e Hans Bauman (presidente do Clube de Cultura)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nossa militante apaixonada e estudiosa disciplinada (ou será o contrário?), Ruth Ignácio falou nesta segunda-feira para uma pequena platéia (cerca de 20 pessoas) no Clube. O evento foi realizado em parceria com a Associação Cultural José Martí. A socióloga iniciou sua palestra sobre José Martí lendo um trecho de uma canção de Sílvio Rodrigues (&lt;a href="http://letras.terra.com.br/silvio-rodriguez/370038/ "&gt;El necio&lt;/a&gt;). Ruth questionou o fato de não aprendermos na escola que Martí foi um dos precursores do modernismo ibero-americano, tendo escrito aos 16 anos “Abdala”, um drama teatral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UMA BREVE CRONOLOGIA - Por apoiar a guerra contra os espanhóis, Martí foi preso. Sua mãe consegue que ele seja deportado para a Espanha. Lá publica um livro sobre a prisão em Cuba. Forma-se em Direito, Filosofia e Letras. Em 1937 vai para a Guatemala. Em 78, volta a Cuba e, no mesmo ano, é deportado novamente. Em 1881 vai para os Estados Unidos, onde fica até 1895. Martí trabalhou a maior parte do tempo como jornalista (fundou o Jornal Pátria), foi assim – e não por meio de livros - que conheceu a realidade do povo latino-americano. Viajou por diversos países da América Central. Muito antes de Eduardo Galeano, percebeu o brio econômico e estratégico na Doutrina Monroe (“América para os americanos”), e revidou dizendo que “a Europa não vai mais mandar na América”. Lutou contra o imperialismo norte-americano, viu a necessidade de formar uma identidade americana, criou o conceito de “Nuestra América”. A Nuestra América é a contra-hegemonia à Doutrina Monroe. A Nuestra América são os pobres, mendigos e oprimidos da terra. Martí ressaltava os valores latino-americanos sem esquecer as raízes indígenas. Tinha consciência de que a luta contra o colonizador – a Espanha –era só um meio para obter a independência da Nuestra América, i. e., impedir os EUA de determinarem o comportamento da América (a Nuestra). Anteviu a necessidade da construção da chamada “Cubania”. Morreu lutando no dia 19 de maio de 1895. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PENSAMENTO - A ética e o humanismo de Martí são os mesmos de Che Guevara (advém do profundo sentimento da realidade dos pobres da terra). Assim como Marx, Martí não queria ser um líder messiânico, temia os enquadramentos. Suas idéias são abarcadoras, mas não são ecléticas. Ruth vê um paralelismo com a categoria de totalidade criada por Marx (o todo está na parte, a parte está no todo). Por exemplo, um fio da sobrancelha da nossa palestrante contém o seu DNA. Se tivéssemos um geneticista no auditório, ele poderia fazer o retrato falado de Ruth a partir de um único pelo (aí teríamos a prova de que Ruth esconde os fios mouros com Wellaton). A Ruth está na sobrancelha, a sobrancelha está na Ruth. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martí resistia a formar uma contra-hegemonia ao sistema científico da modernidade. A única estrutura programática que admitiu foi a formação do Partido Revolucionário Cubano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu pensamento político (anti-sistêmico) se assenta nos seguintes pontos:&lt;br /&gt;1) Alerta contra o imperialismo ianque&lt;br /&gt;2) Batalha das idéias – “trincheiras de idéias valem mais que trincheiras de pedras”&lt;br /&gt;3) Unidade da Nuestra América &lt;br /&gt;4) A identidade nacional (latino-americana) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes pontos se reconstituem os movimentos sociais da América Latina (em particular, nos governos de Evo Morales, Rafael Correa e Hugo Chávez). Coisa que não há no Brasil, em virtude de nossa “educação de desconhecimento”. “Pergunta na universidade quem conhece Simon Bolívar!”, provocou. “Não conhecemos nossa história, por isso não conhecemos nossa identidade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provocada pelos assistentes (alguém objetou que o Brasil não tinha tanto em comum com a América Hispânica), Ruth disse que a unidade latino-americana deve se constituir justamente na diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a questão que mais parece intrigar Ruth é: AFINAL, POR QUE CARGAS D’ÁGUA JOSÉ MARTÍ NÃO CITA MARX?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especula-se que Martí tenha tomado conhecimento da existência de um certo artigo cuja autoria é atribuída Marx, no qual o “bom velhinho” destrói Simón Bolívar. E nosso herói era encantado com Bolívar. Supõe-se que, também por isso, os teóricos dos movimentos da América Latina não citam Marx. Epistemólogos já estão dizendo que é tudo intriga da oposição. A partir da análise dos textos, afirmam que Marx não achincalhou o libertador coisíssima nenhuma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, para aproveitar o gancho, no sábado (23/5), às 14h30 tem palestra sobre Marx e as origens do materialismo histórico, com Luis Dario Ribeiro, professor de História da UFRGS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;i&gt;Ruth Ignácio é socióloga, doutora em Educação e doutora em Sociologia, é docente de Didática e Estágio para licenciatura em Ciências Sociais da Pucrs. Leciona, também, Sociologia para diversos cursos da Universidade.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-8824691476817644685?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/8824691476817644685/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=8824691476817644685' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8824691476817644685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8824691476817644685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/05/anotacoes-palestra-sobre-jose-marti.html' title='Anotações - Palestra sobre José Martí'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/ShI0W1HmrjI/AAAAAAAAAHA/yKc7SdkJM8s/s72-c/DSC09383.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-8433244293596688271</id><published>2009-05-02T18:45:00.000-07:00</published><updated>2009-05-02T18:47:08.443-07:00</updated><title type='text'>Darwin</title><content type='html'>Darwin e a Evolução&lt;br /&gt;Qual nosso lugar no Mundo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá vai o serviço:&lt;br /&gt;O quê? Palestra sobre Darwin&lt;br /&gt;Com quem? Aldo Mellender de Araújo&lt;br /&gt;dep. genética IB UFRGS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Quilfeldt&lt;br /&gt;dep. Biofísica UFRGS&lt;br /&gt;Quando? Sábado, 09 de maio, às 15h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde? Clube de Cultura&lt;br /&gt;Quanto? Meros R$5,00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-8433244293596688271?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/8433244293596688271/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=8433244293596688271' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8433244293596688271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8433244293596688271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/05/darwin.html' title='Darwin'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-1200678466807463785</id><published>2009-04-21T10:25:00.001-07:00</published><updated>2009-04-21T10:30:39.842-07:00</updated><title type='text'>O dever da memória: o Levante do Gueto de Varsóvia</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4Cs_jik_I/AAAAAAAAAF0/MMERusCAY7s/s1600-h/gue.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 70px; height: 102px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4Cs_jik_I/AAAAAAAAAF0/MMERusCAY7s/s400/gue.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327198381223875570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação acima, coordenada por Abrão Slavutzky (que proferirá na sexta-feira, 24, palestra sobre o mesmo tema), pode ser lida &lt;a href="http://books.google.com.br/books?id=FD7-1SjvuNAC&amp;dq=Levante+do+Gueto+de+varsóvia&amp;printsec=frontcover&amp;source=bl&amp;ots=vyJ-a7rB-n&amp;sig=Bu1czbp2NcXDxXmspm69A39JS68&amp;hl=pt-BR&amp;ei=3QDuSbvgO6fhtgfSi-nKDw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=10#PPP1,M1"&gt;aqui&lt;/a&gt; sem custo algum.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-1200678466807463785?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/1200678466807463785/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=1200678466807463785' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1200678466807463785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1200678466807463785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/04/o-dever-da-memoria-o-levante-do-gueto.html' title='O dever da memória: o Levante do Gueto de Varsóvia'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4Cs_jik_I/AAAAAAAAAF0/MMERusCAY7s/s72-c/gue.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-3315138556614275253</id><published>2009-04-16T18:08:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T10:34:59.580-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='airan milititsky aguiar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='levante do gueto de varsóvia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='abrão slavustky'/><title type='text'>Levante do Gueto!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4DrF4DVvI/AAAAAAAAAGM/DszJm-WvtIM/s1600-h/nyt.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 118px; height: 137px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4DrF4DVvI/AAAAAAAAAGM/DszJm-WvtIM/s400/nyt.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327199448072410866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A presente atividade visa rememorar o episodio conhecido como Levante do Gueto de Varsóvia. Esta insurreição aconteceu em 19 de abril de 1943, considerada a primeira resistência armada civil ao nazismo. Episódio que pode ser visto como um monumento de coragem humana e de invencível espírito de luta contra a opressão, ele acendeu e aprofundou o desejo vivo e ardente de cimentar uma humanidade fraternal e pacífica e consolidar a paz e a segurança entre todos os povos da terra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-3315138556614275253?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/3315138556614275253/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=3315138556614275253' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3315138556614275253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3315138556614275253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/04/levante-do-gueto.html' title='Levante do Gueto!'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Se4DrF4DVvI/AAAAAAAAAGM/DszJm-WvtIM/s72-c/nyt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-231234492567591041</id><published>2009-04-04T20:13:00.001-07:00</published><updated>2009-04-04T20:20:24.894-07:00</updated><title type='text'>Uma aula de jornalismo</title><content type='html'>Na noite da última quarta-feira, o jornalista Wladymir Ungaretti (WU) palestrou no Clube de Cultura, em Porto Alegre. A palestra, inserida em um ciclo sobre a ditadura militar brasileira, falava da relação deste regime com a mídia e de seus desmembramentos, sob o título “Ditabranda e Ditamidiática”. Ou seja, a palestra incluiu observações sobre a mídia atual e a ditadura que ela tenta – e tem conseguido, por enquanto – impor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palestra começou com Ungaretti relembrando seus primeiros contatos com a política – seu pai era metalúrgico e membro do Partido Comunista. Em seguida, sua língua afiada começou a análise do jornalismo atual, em comparações com a época da ditadura: “Antes se identificava as posições políticas das pessoas pelo jornal que elas liam. Hoje, são todos mais ou menos iguais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fotoO jornalista contou histórias desconhecidas do grande público: por exemplo, disse que a Folha de São Paulo, a mesma que hoje fala em “ditabranda”, tinha um jornal chamado Folha da Tarde, feito basicamente por policiais. A Folha da Tarde, segundo ele, noticiava – falsamente –  a fuga de algum preso. Então, carcereiros mostravam o jornal para os presos, inclusive para o pretensamente fugido. Era a certeza da morte próxima. Dias depois, o “condenado” era levado da cela, e desaparecia. A Folha da Tarde noticiava que ele trocara tiros com a polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando às comparações, Ungaretti afirmou que, mesmo com a ditadura, os jornalistas tinham posições, contestavam e uniam-se em torno disso. E arrematou: “Hoje vivemos numa democracia e eu tenho meu site tirado do ar”. Contou ainda que, segundo informações que recebeu, a nova orientação para os fotógrafos de Zero Hora seria a seguinte: “Só fotografem pessoas jovens e bonitas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo WU, no Brasil, todos os jornais são isentos do mesmo lado. O Estado de São Paulo é o único que se aproxima do modelo europeu, onde cada jornal assume publicamente quem defende – anarquistas, nazistas, liberais, socialistas, etc. “O Estado de São Paulo é de direita, mas não briga com a notícia”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a censura ao seu blog, lembrou que, antigamente, jornalista não processava jornalista. Os conflitos eram intermediados pelo sindicato, enquanto hoje usasse o aparelho do Estado para intermediar, o que acaba sempre favorecendo os “mais fortes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito mais histórias interessantes e opiniões contundentes fizeram da palestra um evento de sucesso intelectual. As mais de quarenta pessoas que compareceram ao Clube de Cultura certamente saíram mais edificadas do que entraram. Ouvir Wladymir Ungaretti é sempre uma aula de jornalismo, por isso o post de hoje praticamente limita-se a expressar suas observações. O que há de opinião minha é o seguinte: assino embaixo e bato palmas em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por Alexandre Haubrich - &lt;a href="http://jornalismob.wordpress.com"&gt;Jornalismo B&lt;/a&gt;, link para a &lt;a href="http://jornalismob.wordpress.com/2009/04/03/uma-aula-de-jornalismo/#comments"&gt;postagem&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-231234492567591041?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/231234492567591041/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=231234492567591041' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/231234492567591041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/231234492567591041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/04/uma-aula-de-jornalismo.html' title='Uma aula de jornalismo'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4870642632417704765</id><published>2009-03-27T05:43:00.000-07:00</published><updated>2009-04-01T01:46:52.903-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de palestras: 45 ANOS DA DITADURA</title><content type='html'>30/3 - Cinema de Jango a Figueiredo (Nilo Piana de Castro, professor do Colégio Aplicação UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31/3 - O Golpe de 64 e seu significado (Charles Sidarta Machado, doutorando em História UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coração de Estudante no Golpe Militar (Fabio Catani, professor de História do curso pré-vestibular Mottola)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1/4 - Ditabranda e ditamidiática (Wladymir Ungaretti, professor de Jornalismo UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2/4 - Do Golpe de 64 ao AI-5 (Carla Rodeghero, professora História UFRGS ) e Anistia política 30 anos depois (Caroline Bauer, doutoranda em História, UFRGS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3/4 - A ditadura brasileira e conexões repressivas com o Conesul (1964-73) (Ananda Simões Fernandes, mestranda em História UFRGS )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Operação Condor no Brasil (Enrique Padrós, professor História UFRGS)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sempre às 19h&lt;br /&gt;Inscrições - Clube de Cultura (de segunda à sexta, das 14 às 18h)&lt;br /&gt;Investimento R$ 50 todo o ciclo; R$ 10 cada dia&lt;br /&gt;Estudante paga meia-entrada&lt;br /&gt;Certificados a partir de 75% de presença&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-4870642632417704765?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/4870642632417704765/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=4870642632417704765' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4870642632417704765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4870642632417704765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/03/ciclo-de-palestras-45-anos-da-ditadura.html' title='Ciclo de palestras: 45 ANOS DA DITADURA'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-1227356941290765964</id><published>2009-03-22T07:53:00.001-07:00</published><updated>2009-03-23T05:54:13.225-07:00</updated><title type='text'>Em defesa do Copyright - Apologia do direito de cópia</title><content type='html'>MANCHETE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WORLD PREMIÈRE!&lt;br /&gt;DU JAMAIS VU!&lt;br /&gt;EXPERIENCE HISTORY IN THE MAKING!&lt;br /&gt;COUCHSURF SPAWNS PHILOSOPHICAL HAPPENING!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GENEALOGIA DO EVENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Full disclosure:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra sobre o Direito a Cópia (cartaz em anexo). Segue a explicação pelo so called dialeta-parauniversitáio e mineiro retirante, Tiago Nunes . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que:&lt;br /&gt;No sentido forte, não burocrático da locução: uma DEFESA DE TESE, devidamente — espera-se — seguida de um DEBATE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no campo da ética ou crítica comportamental [crítica no sentido de 'crítica literária' — behavioural or moral criticism]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título: «Em defesa do copyright: uma APOLOGIA [nada copiosa] DO DIREITO DE CÓPIA»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featuring:&lt;br /&gt;• um mapeamento do terreno conflitante dos direitos: do autor, do leitor, da obra&lt;br /&gt;• um exame das condições em que é legítimo para um autor restringir o acesso aos objetos de sua autoria&lt;br /&gt;• uma avaliação crítica da atual legislação em vigor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM:&lt;br /&gt;Estrelando: Tiago Nunes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a professional claim-maker, um dialeta andante de passagem por Porto Alegre,&lt;br /&gt;formado na tradição filosófica dita «analítica» (ênfase no rigor argumentativo, focus on questions/issues/problems rather than authors, a thetical rather than historical approach),&lt;br /&gt;nutrido pelas humanidades paneuropéias à la française,&lt;br /&gt;passado-assado-e-saído —magna cum laude— por faculdades de filosofia no Brasil (UFMG) e na França (Paris-IV)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a participação especial de:&lt;br /&gt;Todos os anônimos corajosos —por que não você?— que quiserem tomar a palavra durante o tempo reservado ao debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wanted:&lt;br /&gt;• outros dialetas de profissão — tragam bem-afiadas suas verves agonico-argumentativas&lt;br /&gt;• todos os que reconhecerem no tema proposto uma questão de suma importância para a cultura contemporânea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONDE:&lt;br /&gt;"Clube da Cultura"&lt;br /&gt;Rua Ramiro Barcelos, 1853&lt;br /&gt;Bairro Bomfim - Porto Alegre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANDO:&lt;br /&gt;Às dezenove horas e trinta minutos desta quarta-feira, dia XXV de março de MMIX, Anno Domini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANTO$:&lt;br /&gt;Nem mesmo zero: priceless — hors-prix — dá-se o evento outside the price-giving, buying/selling space.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(spoiler warning)&lt;br /&gt;Cativos como estamos de um certo sistema econômico, traduzem-se as necessidades de manutenção do espaço em custos financeiros, com os quais é preciso arcar; o modelo de financiamento adotado é o da contribuição voluntária, como na Igreja Romana: espera-se dos partícipes que estejam conscientes da necessidade de contribuir — há inclusive um montante proposto, bem aquém do dízimo: dois pequeninos reais — mas a doação não é de forma alguma, não é e não pode ser, uma condição de acesso ao evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;———&lt;br /&gt;NOTAS DE PÉ-DE-PÁGINA&lt;br /&gt;• Perdoem-me as excessivas puladas de cerca lingüística (this is a bug, not a feature), que atribuo à pressa com que o convite foi redigido. Por um lado, encontrar tradução satisfatória para o que nos ocorre num outro idioma nem sempre é óbvio (‘abordagem antes tética’, por exemplo, é conjunção de palavras inaceitavelmente antiestética); por outro lado, filosofar em sua própria língua tem isto de desafiante, que as palavras trazem mais do que a carga de composto conceitual que se quer delas (o termo ‘crença’, por exemplo: quer-se apenas o ‘belief’, aquilo em que se acredita, sem o cortejo de ressonâncias daninhas que o vocábulo nos evoca...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Por causas ainda mal elucidadas, intervir neste reduto de surfistas desenterra minhas mais recônditas pulsões bufônicas (suspeita-se uma reação alérgica à aridez, à sisudez, à sensaboria de certo discurso filosófico, a que fui longamente exposto). Mas que ninguém se engane: meus fumos de filosofastro ficarão depositados nos portões do templo — adentrado o santuário epistemífero, menos rima e mais razão — minha intervenção há-de submeter-se aos bem-conhecidos padrões de seriedade, sobriedade e austeridade que requer um evento desta natureza, sem descuido de tornar o discurso palatável a um auditório que não se quer restrito a especialistas. De la gravité, sans pesanteur: tel est le but — ser grave sem ser pesado: tal é a meta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-1227356941290765964?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/1227356941290765964/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=1227356941290765964' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1227356941290765964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1227356941290765964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/03/em-defesa-do-copyright-apologia-do.html' title='Em defesa do Copyright - Apologia do direito de cópia'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-6217764531004625861</id><published>2009-01-10T07:16:00.000-08:00</published><updated>2009-01-11T07:39:38.350-08:00</updated><title type='text'>Pré-lançamento Darcy Alves Ao Vivo no Clube</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SWi8hZjfDuI/AAAAAAAAAC8/z0ctrztGBDg/s1600-h/darcypre+lanc.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 262px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SWi8hZjfDuI/AAAAAAAAAC8/z0ctrztGBDg/s400/darcypre+lanc.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289685044328074978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezados amigos,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Convidamos todos a participar do pré-lançamento do Cd "Professor Darcy Alves ao Vivo no Clube de Cultura", gravado durante o "Sarau da Resistência ao Desbunde: anos de chumbo e a contracultura no Brasil".&lt;br /&gt;Darcy Alves tocou com Lupicinio Rodrigues, Jamelão, Altemar Dutra e Altemir Carrilho, sendo, portanto, a historia viva da musica popular no Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;Este pré-lançamento será  uma audição da gravação seguida por uma roda de violão com vários músicos profissionais e amadores de Porto Alegre, no fito de cumprir com os objetivos fundacionais do Clube de Cultura, a saber:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Criar uma associação de caráter cultural que exerça e incentive o desenvolvimento das artes e letras, já criando grupos teatrais já consagrando elementos esparsos de amadores de diferentes artes, como musica, dança, pintura etc, proporcionando um clima adequado a emulação e estimulo para o aproveitamento máximo destes valores e favorecer seu aprimoramento&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Lançamento está previsto para março. Esperamos todos para essa grande festa.&lt;br /&gt;Saudações fraternas,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Clube de Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forrobodó de pré-lançamento&lt;br /&gt;quarta feira 14 de janeiro 19h&lt;br /&gt;Ceva R$ 4,00&lt;br /&gt;entrada R$ 2,00&lt;br /&gt;portando instrumento não paga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista final votada por scrapp pro Clube de Cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;clubedecultura.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-6217764531004625861?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/6217764531004625861/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=6217764531004625861' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6217764531004625861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6217764531004625861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2009/01/pr-lanamento-darcy-alves-ao-vivo-no.html' title='Pré-lançamento Darcy Alves Ao Vivo no Clube'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SWi8hZjfDuI/AAAAAAAAAC8/z0ctrztGBDg/s72-c/darcypre+lanc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-1637288485151465378</id><published>2008-12-10T21:42:00.001-08:00</published><updated>2008-12-10T21:52:32.166-08:00</updated><title type='text'>Utilidade pública</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Marx, Lukács, Ramonet, La Boétie, Rousseau. O que esses autores têm em comum? Além de serem todos europeus, alguns de seus livros podem ser baixados &lt;a href="http://www.culturabrasil.org/download.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;, onde você também encontra, entre outras obras clássicas, a nossa Constituição Federal. Aprecie sem moderação!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-1637288485151465378?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/1637288485151465378/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=1637288485151465378' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1637288485151465378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1637288485151465378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/12/utilidade-pblica.html' title='Utilidade pública'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4903252665724962151</id><published>2008-12-05T14:49:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T15:56:52.726-08:00</updated><title type='text'>Palestra "20 anos da Constituição - Construindo a democracia" com entrada gratuita para estudantes dos Ensino Fundamental e Médio</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;No dia 10/12, quarta-feira, o Clube de Cultura realizará uma palestra sobre os 20 anos da Constituição brasileira, com o professor de Direito Constitucional e ex-diretor da Faculdade de Direito da UFRGS, Eduardo Carrion e com o Mestre e Doutor em Direito (PUC/UFRGS), Marcos Vinícius Martins. O propósito do evento é discutir o significado da promulgação da chamada "Constituição Cidadã", bem como as repercussões que a mesma tem nos dias de hoje, quando vivenciamos, teoricamente, uma democracia na qual poucos sabem quais são seus direitos. Após a palestra, como de costume, o microfone estará aberto para intervenções e perguntas.&lt;br /&gt;Com o intuito de incentivar a participação de cidadãos em formação, excepcionalmente, a palestra é grátis para estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio que apresentem carteirinha. Para não-estudantes, a contribuição é de dez reais, demais estudantes pagam meia-entrada.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-4903252665724962151?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/4903252665724962151/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=4903252665724962151' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4903252665724962151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4903252665724962151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/12/palestra-de-1010-grtis-para-estudantes.html' title='Palestra &quot;20 anos da Constituição - Construindo a democracia&quot; com entrada gratuita para estudantes dos Ensino Fundamental e Médio'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-3698156518121961901</id><published>2008-11-30T11:47:00.000-08:00</published><updated>2008-12-05T14:48:12.862-08:00</updated><title type='text'>Sarau "Da Resistência ao Desbunde: Anos de Chumbo e a Contracultura no Brasil"</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/STmuh2Px8sI/AAAAAAAAACs/T4DO2EuVNJE/s1600-h/sarau+da+coompor.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 160px; height: 120px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/STmuh2Px8sI/AAAAAAAAACs/T4DO2EuVNJE/s320/sarau+da+coompor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276440334961865410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;small&gt;Sarau da COOMPOR&lt;/small&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na sexta-feira, 12/12, acontecerá o Sarau &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Da Resistência ao Desbunde: Anos de Chumbo e a Contracultura no Brasil&lt;/span&gt;, com roda de samba, esquetes e bate-papo. No final o palco estará livre aos artistas, arteiros e autistas que queiram se aventurar. Veja os detalhes abaixo:&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roda de Samba&lt;br /&gt;Professor Darcy Alves e agregados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquetes&lt;br /&gt;Zanota&lt;br /&gt;Raphael Moura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Roda "Da Resistência ao Desbunde"&lt;br /&gt;Hans Baumann - Presidente do Clube de Cultura&lt;br /&gt;Raimundo Helvecio Almeida Aguiar - DCE/UEE/CPC - Bahia/UFBA 68-71 - Preso em Ibiuna 68 - Prof. UFRGS&lt;br /&gt;Geraldo Soares - DCE / UEE / UNE Livre - Bahia/UFBA 64-67 - Historiador da Natureza - Ecologista&lt;br /&gt;Jair Krishke - Movimento de Justiça e Direitos Humanos&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;GELÉIA GERAL "TEM ALGO NO AR QUE NÃO É AVIÃO DE CARREIRA"&lt;br /&gt;Palco livre - todos artistas, arteiros e autistas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sexta 12/12/08 a partir das 19h30&lt;br /&gt;Entrada R$ 5,00&lt;br /&gt;Cerveja R$ 3,00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-3698156518121961901?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/3698156518121961901/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=3698156518121961901' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3698156518121961901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/3698156518121961901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/11/sarau-da-resistncia-ao-desbunde-anos-de.html' title='Sarau &quot;Da Resistência ao Desbunde: Anos de Chumbo e a Contracultura no Brasil&quot;'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/STmuh2Px8sI/AAAAAAAAACs/T4DO2EuVNJE/s72-c/sarau+da+coompor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4806744472935899071</id><published>2008-11-28T10:02:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T10:14:33.732-08:00</updated><title type='text'>A crise do capitalismo e a importância atual de Marx</title><content type='html'>da &lt;a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15253"&gt;Agência Carta Maior&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista concedida pelo historiador Eric Hobsbawm a Marcello Musto.&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: Professor Hobsbawm, duas décadas depois de 1989, quando foi apressadamente relegado ao esquecimento, Karl Marx regressou ao centro das atenções. Livre do papel de intrumentum regni que lhe foi atribuído na União Soviética e das ataduras do "marxismo-leninismo", não só tem recebido atenção intelectual pela nova publicação de sua obra, como também tem sido objeto de crescente interesse. Em 2003, a revista francesa Nouvel Observateur dedicou um número especial a Marx, com um título provocador: "O pensador do terceiro milênio?". Um ano depois, na Alemanha, em uma pesquisa organizada pela companhia de televisão ZDF para estabelecer quem eram os alemães mais importantes de todos os tempos, mais de 500 mil espectadores votaram em Karl Marx, que obteve o terceiro lugar na classificação geral e o primeiro na categoria de "relevância atual".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, o semanário alemão Der Spiegel publicou uma matéria especial que tinha como título "Ein Gespenst Kehrt zurük" (A volta de um espectro), enquanto os ouvintes do programa "In Our Time" da rádio 4, da BBC, votavam em Marx como o maior filósofo de todos os tempos. Em uma conversa com Jacques Attali, recentemente publicada, você disse que, paradoxalmente, "são os capitalistas, mais que outros, que estão redescobrindo Marx" e falou também de seu assombro ao ouvir da boca do homem de negócios e político liberal George Soros a seguinte frase: "Ando lendo Marx e há muitas coisas interessantes no que ele diz". Ainda que seja débil e mesmo vago, quais são as razões para esse renascimento de Marx? É possível que sua obra seja considerada como de interesse só de especialistas e intelectuais, para ser apresentada em cursos universitários como um grande clássico do pensamento moderno que não deveria ser esquecido? Ou poderá surgir no futuro uma nova "demanda de Marx", do ponto de vista político?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Há um indiscutível renascimento do interesse público por Marx no mundo capitalista, com exceção, provavelmente, dos novos membros da União Européia, do leste europeu. Este renascimento foi provavelmente acelerado pelo fato de que o 150° aniversário da publicação do Manifesto Comunista coincidiu com uma crise econômica internacional particularmente dramática em um período de uma ultra-rápida globalização do livre-mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marx previu a natureza da economia mundial no início do século XXI, com base na análise da "sociedade burguesa", cento e cinqüenta anos antes. Não é surpreendente que os capitalistas inteligentes, especialmente no setor financeiro globalizado, fiquem impressionados com Marx, já que eles são necessariamente mais conscientes que outros sobre a natureza e as instabilidades da economia capitalista na qual eles operam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria da esquerda intelectual já não sabe o que fazer com Marx. Ela foi desmoralizada pelo colapso do projeto social-democrata na maioria dos estados do Atlântico Norte, nos anos 1980, e pela conversão massiva dos governos nacionais à ideologia do livre mercado, assim como pelo colapso dos sistemas políticos e econômicos que afirmavam ser inspirados por Marx e Lênin. Os assim chamados "novos movimentos sociais", como o feminismo, tampouco tiveram uma conexão lógica com o anti-capitalismpo (ainda que, individualmente, muitos de seus membros possam estar alinhados com ele) ou questionaram a crença no progresso sem fim do controle humano sobre a natureza que tanto o capitalismo como o socialismo tradicional compartilharam. Ao mesmo tempo, o "proletariado", dividido e diminuído, deixou de ser crível como agente histórico da transformação social preconizada por Marx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos levar em conta também que, desde 1968, os mais proeminentes movimentos radicais preferiram a ação direta não necessariamente baseada em muitas leituras e análises teóricas. Claro, isso não significa que Marx tenha deixado de ser considerado como um grande clássico e pensador, ainda que, por razões políticas, especialmente em países como França e Itália, que já tiveram poderosos Partidos Comunistas, tenha havido uma apaixonada ofensiva intelectual contra Marx e as análises marxistas, que provavelmente atingiu seu ápice nos anos oitenta e noventa. Há sinais agora de que a água retomará seu nível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: Ao longo de sua vida, Marx foi um agudo e incansável investigador, que percebeu e analisou melhor do que ninguém em seu tempo o desenvolvimento do capitalismo em escala mundial. Ele entendeu que o nascimento de uma economia internacional globalizada era inerente ao modo capitalista de produção e previu que este processo geraria não somente o crescimento e prosperidade alardeados por políticos e teóricos liberais, mas também violentos conflitos, crises econômicas e injustiça social generalizada. Na última década, vimos a crise financeira do leste asiático, que começou no verão de 1997; a crise econômica Argentina de 1999-2002 e, sobretudo, a crise dos empréstimos hipotecários que começou nos Estados Unidos em 2006 e agora tornou-se a maior crise financeira do pós-guerra. É correto dizer, então, que o retorno do interesse pela obra de Marx está baseado na crise da sociedade capitalista e na capacidade dele ajudar a explicar as profundas contradições do mundo atual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Se a política da esquerda no futuro será inspirada uma vez mais nas análises de Marx, como ocorreu com os velhos movimentos socialistas e comunistas, isso dependerá do que vai acontecer no mundo capitalista. Isso se aplica não somente a Marx, mas à esquerda considerada como um projeto e uma ideologia política coerente. Posto que, como você diz corretamente, a recuperação do interesse por Marx está consideravelmente – eu diria, principalmente – baseado na atual crise da sociedade capitalista, a perspectiva é mais promissora do que foi nos anos noventa. A atual crise financeira mundial, que pode transformar-se em uma grande depressão econômica nos EUA, dramatiza o fracasso da teologia do livre mercado global descontrolado e obriga, inclusive o governo norte-americano, a escolher ações públicas esquecidas desde os anos trinta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pressões políticas já estão debilitando o compromisso dos governos neoliberais em torno de uma globalização descontrolada, ilimitada e desregulada. Em alguns casos, como a China, as vastas desigualdades e injustiças causadas por uma transição geral a uma economia de livre mercado, já coloca problemas importantes para a estabilidade social e mesmo dúvidas nos altos escalões de governo. É claro que qualquer "retorno a Marx" será essencialmente um retorno à análise de Marx sobre o capitalismo e seu lugar na evolução histórica da humanidade – incluindo, sobretudo, suas análises sobre a instabilidade central do desenvolvimento capitalista que procede por meio de crises econômicas auto-geradas com dimensões políticas e sociais. Nenhum marxista poderia acreditar que, como argumentaram os ideólogos neoliberais em 1989, o capitalismo liberal havia triunfado para sempre, que a história tinha chegado ao fim ou que qualquer sistema de relações humanas possa ser definitivo para todo o sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: Você não acha que, se as forças políticas e intelectuais da esquerda internacional, que se questionam sobre o que poderia ser o socialismo do século XXI, renunciarem às idéias de Marx, estarão perdendo um guia fundamental para o exame e a transformação da realidade atual?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Nenhum socialista pode renunciar às idéias de Marx, na medida que sua crença em que o capitalismo deve ser sucedido por outra forma de sociedade está baseada, não na esperança ou na vontade, mas sim em uma análise séria do desenvolvimento histórico, particularmente da era capitalista. Sua previsão de que o capitalismo seria substituído por um sistema administrado ou planejado socialmente parece razoável, ainda que certamente ele tenha subestimado os elementos de mercado que sobreviveriam em algum sistema pós-capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que Marx, deliberadamente, absteve-se de especular acerca do futuro, não pode ser responsabilizado pelas formas específicas em que as economias "socialistas" foram organizadas sob o chamado "socialismo realmente existente". Quanto aos objetivos do socialismo, Marx não foi o único pensador que queria uma sociedade sem exploração e alienação, em que os seres humanos pudessem realizar plenamente suas potencialidades, mas foi o que expressou essa idéia com maior força e suas palavras mantêm seu poder de inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Marx não regressará como uma inspiração política para a esquerda até que se compreenda que seus escritos não devem ser tratados como programas políticos, autoritariamente ou de outra maneira, nem como descrições de uma situação real do mundo capitalista de hoje, mas sim como um caminho para entender a natureza do desenvolvimento capitalista. Tampouco podemos ou devemos esquecer que ele não conseguiu realizar uma apresentação bem planejada, coerente e completa de suas idéias, apesar das tentativas de Engels e outros de construir, a partir dos manuscritos de Marx, um volume II e III de "O Capital". Como mostram os "Grundrisse", aliás. Inclusive, um Capital completo teria conformado apenas uma parte do próprio plano original de Marx, talvez excessivamente ambicioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Marx não regressará à esquerda até que a tendência atual entre os ativistas radicais de converter o anti-capitalismo em anti-globalização seja abandonada. A globalização existe e, salvo um colapso da sociedade humana, é irreversível. Marx reconheceu isso como um fato e, como um internacionalista, deu as boas vindas, teoricamente. O que ele criticou e o que nós devemos criticar é o tipo de globalização produzida pelo capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: Um dos escritos de Marx que suscitaram o maior interesse entre os novos leitores e comentadores são os "Grundrisse". Escritos entre 1857 e 1858, os "Grundrisse" são o primeiro rascunho da crítica da economia política de Marx e, portanto, também o trabalho inicial preparatório do Capital, contendo numerosas reflexões sobre temas que Marx não desenvolveu em nenhuma outra parte de sua criação inacabada. Por que, em sua opinião, estes manuscritos da obra de Marx, continuam provocando mais debate que qualquer outro texto, apesar do fato dele tê-los escrito somente para resumir os fundamentos de sua crítica da economia política? Qual é a razão de seu persistente interesse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Desde o meu ponto de vista, os "Grundrisse" provocaram um impacto internacional tão grande na cena marxista intelectual por duas razões relacionadas. Eles permaneceram virtualmente não publicados antes dos anos cinqüenta e, como você diz, contendo uma massa de reflexões sobre assuntos que Marx não desenvolveu em nenhuma outra parte. Não fizeram parte do largamente dogmatizado corpus do marxismo ortodoxo no mundo do socialismo soviético. Mas não podiam simplesmente ser descartados. Puderam, portanto, ser usados por marxistas que queriam criticar ortodoxamente ou ampliar o alcance da análise marxista mediante o apelo a um texto que não podia ser acusado de herético ou anti-marxista. Assim, as edições dos anos setenta e oitenta, antes da queda do Muro de Berlim, seguiram provocando debate, fundamentalmente porque nestes escritos Marx coloca problemas importantes que não foram considerados no "Capital", como por exemplo as questões assinaladas em meu prefácio ao volume de ensaios que você organizou (Karl Marx's Grundrisse. Foundations of the Critique of Political Economy 150 Years Later, editado por M. Musto, Londres-Nueva York, Routledge, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: No prefácio deste livro, escrito por vários especialistas internacionais para comemorar o 150° aniversário de sua composição, você escreveu: "Talvez este seja o momento correto para retornar ao estudo dos "Grundrisse", menos constrangidos pelas considerações temporais das políticas de esquerda entre a denúncia de Stalin, feita por Nikita Khruschev, e a queda de Mikhail Gorbachev". Além disso, para destacar o enorme valor deste texto, você diz que os "Grundrisse" "trazem análise e compreensão, por exemplo, da tecnologia, o que leva o tratamento de Marx do capitalismo para além do século XIX, para a era de uma sociedade onde a produção não requer já mão-de-obra massiva, para a era da automatização, do potencial de tempo livre e das transformações do fenômeno da alienação sob tais circunstâncias. Este é o único texto que vai, de alguma maneira, mais além dos próprios indícios do futuro comunista apontados por Marx na "Ideologia Alemã". Em poucas palavras, esse texto tem sido descrito corretamente como o pensamento de Marx em toda sua riqueza. Assim, qual poderia ser o resultado da releitura dos "Grundrisse" hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Não há, provavelmente, mais do que um punhado de editores e tradutores que tenham tido um pleno conhecimento desta grande e notoriamente difícil massa de textos. Mas uma releitura ou leitura deles hoje pode ajudar-nos a repensar Marx: a distinguir o geral na análise do capitalismo de Marx daquilo que foi específico da situação da sociedade burguesa na metade do século XIX. Não podemos prever que conclusões podem surgir desta análise. Provavelmente, somente podemos dizer que certamente não levarão a acordos unânimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Musto: Para terminar, uma pergunta final. Por que é importante ler Marx hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm: Para qualquer interessado nas idéias, seja um estudante universitário ou não, é patentemente claro que Marx é e permanecerá sendo uma das grandes mentes filosóficas, um dos grandes analistas econômicos do século XIX e, em sua máxima expressão, um mestre de uma prosa apaixonada. Também é importante ler Marx porque o mundo no qual vivemos hoje não pode ser entendido sem levar em conta a influência que os escritos deste homem tiveram sobre o século XX. E, finalmente, deveria ser lido porque, como ele mesmo escreveu, o mundo não pode ser transformado de maneira efetiva se não for entendido. Marx permanece sendo um soberbo pensador para a compreensão do mundo e dos problemas que devemos enfrentar.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Tradução para Sin Permiso (inglês-espanhol): Gabriel Vargas Lozano]&lt;br /&gt;[Tradução para Carta Maior (espanhol-português): Marco Aurélio Weissheimer]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eric Hobsbawm é considerado um dos maiores historiadores vivos. É presidente do Birbeck College (London University) e professor emérito da New School for Social Research (Nova Iorque). Entre suas muitas obras, encontra-se a trilogia acerca do "longo século XIX": "A Era da Revolução: Europa 1789-1848" (1962); "A Era do Capital: 1848-1874" (1975); "A Era do Império: 1875-1914 (1987) e o livro "A Era dos Extremos: o breve século XX, 1914-1991 (1994), todos traduzidos em vários idiomas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-4806744472935899071?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/4806744472935899071/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=4806744472935899071' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4806744472935899071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/4806744472935899071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/11/crise-do-capitalismo-e-importncia-atual.html' title='A crise do capitalismo e a importância atual de Marx'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-6977820686054999400</id><published>2008-11-28T09:49:00.000-08:00</published><updated>2008-11-28T10:02:16.817-08:00</updated><title type='text'>A crise em desdobramento e a relevância de Marx</title><content type='html'>(Texto recomendado pela prof. Ruth Ignácio durante o mini-curso "Introdução ao Método Dialético".)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por István Mészáros [*]&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;István Mészáros. Alguns de vocês talvez tenham estado presentes na nossa reunião de Maio deste ano neste edifício, quando recordei o que havia dito a Lucien Goldman, em Paris, poucos meses antes do histórico Maio de 1968 francês. Em contraste com a perspectiva então prevalecente do "capitalismo organizado", que se supunha ter deixado para trás com êxito o estágio da "crise do capitalismo" – uma visão fortemente asseverada por Marcuse e nessa época também partilhada pelo meu querido amigo Lucien Goldman – insisti no facto de que, em comparação com a crise em que estamos realmente a entrar, "a Grande Crise Económica Mundial de 1929-1933" se parecer com "uma festa no salão de chá do vigário".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas semanas vocês tiveram uma antevisão do que eu tinha em mente. Mas apenas uma antevisão, porque a crise estrutural do sistema do capital como um todo, a qual estamos a experimentar na nossa época numa escala de era, está destinada a ficar consideravelmente pior. Ela tornar-se-á na devida altura muito mais profunda, no sentido de invadir não apenas o mundo das finanças globais mais ou menos parasitárias como todos os domínios da nossa vida social, económica e cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão óbvia que devemos agora tratar refere-se à natureza da crise global em desdobramento e as condições necessárias para a sua solução factível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CONFIANÇA E A FALTA DELA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tentarem recordar o que foi infindavelmente repetido nas últimas duas semanas acerca da crise actual, há uma palavra que se destaca, ensombrando todos os demais diagnósticos apregoados e os remédios correspondentes. Essa palavra é confiança. Se ganhássemos uma nota de dez libras por cada vez que esta palavra mágica foi oferecida para consumo público nas últimas duas semanas em todo o mundo, sem mencionar a sua continuada reafirmação desde então, estaríamos todos milionários. O nosso único problema seria então o que fazer com os nossos milhões subitamente adquiridos. Pois nenhum dos nossos bancos, nem mesmo os nossos bancos nacionalizados recentemente – nacionalizados ao custo considerável de não menos do que dois terços dos seus activos de capital – poderia fornecer a lendária "confiança" necessária ao depósito ou ao investimento seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o nosso primeiro-ministro, Gordon Brown, nos apresentou na semana passada a frase memorável "Confiança é a coisa mais preciosa". Conheço a cantiga – e provavelmente a maioria de nós também a conhece – que nos diz que: "O amor é a coisa mais preciosa". Mas a confiança no sistema bancário capitalista ser a coisa mais preciosa?! Tal sugestão é absolutamente perversa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a advocacia deste remédio mágico parece agora ser universal. A palavra é repetida com tamanha convicção como se a "confiança" pudesse simplesmente chover do céu ou crescer em grande abundância em árvores financeiras "capitalistamente" bem adubadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três dias atrás (a 18 de Outubro) o programa da BBC das manhãs de domingo – o programa Andrew Marr – entrevistou um eminente cavalheiro idoso, Sir Brian Pitman, o qual foi apresentado como o antigo Chefe do negócio bancário do Lloyd's. Eles não disseram quando ele liderou aquela organização, mas o modo como falou logo o tornou claro. Pois transpirou através das suas respostas respeitosamente recebidas que ele deve ter sido o Chefe do Lloyd's Bank bem antes da Crise Económica Mundial de 1929-33. Consequentemente, para encorajar os telespectadores, ele apresentou uma grande inovação conceptual no discurso da confiança ao dizer que as nossas perturbações eram todas elas devidas a alguma "Super-confiança". E imediatamente demonstrou também o significado de "Super-confiança", ao afirmar, mais de uma vez naquela curta entrevista, que não pode haver problemas sérios hoje, porque o mercado sempre toma conta de tudo, mesmo que por vezes ele vá inesperadamente muito abaixo. Posteriormente ele sempre sobe outra vez. De modo que ele também fará isso desta vez, e subirá infalivelmente repetidas vezes no futuro. A crise actual não deveria ser exagerada, disse ele, porque é muito menos séria hoje do que a que experimentámos em 1974. Pois em 1974 tivemos uma semana de três dias de trabalho na Grã-Bretanha [ainda que em nenhum outro lugar] e agora não temos isso. Temos? E quem poderia argumentar contra aquele facto irrefutável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TRÍADE PSEUDO-HEGELIANA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, temos agora a palavra mágica explicativa para todas as nossas perturbações não a apresentar-se como um órfão infeliz, solitário, mas como parte de algo como uma tríade "fukuyamizada" pseudo-hegelina: confiança – falta de confiança e super-confiança. O único constituinte que falta neste discurso mágico explicativo é agora o fundamento real do nosso perigoso sistema de banca e seguros que opera no terreno dos truques de confiança em proveito próprio que mais cedo ou mais tarde estão destinados a serem (e de tempos em tempos realmente têm sido) descobertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tartaruga cósmica.De qualquer forma, toda esta conversa acerca das virtudes absolutas da confiança na administração económica capitalista assemelha-se muito à explicação oferecida pela mitologia indiana acerca da base de suporte do universo. Pois naquela antiga visão do mundo dizia-se que o universo era carregado, muito reconfortantemente, sobre as costas de elefantes. E os poderosos elefantes?, você poderia perguntar. Ninguém pensaria que isso fosse uma dificuldade. Pois os elefantes são, ainda mais reconfortantemente, suportados nas costas da tartaruga cósmica. Mas, e quanto à própria tartaruga cósmica? Não é suposto que pergunte tal questão, para que não sirva de alimento aos tigres de Bengala, antes de eles serem extintos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, talvez (?), The Economist é um bocadinho mais realista na sua avaliação da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto deste nosso assunto penoso, a agora reconhecida pioria da crise económica, vou apresentar-lhes citações exactas, incluindo alguns números malditos de fracassos capitalistas que já não são negáveis, retirados principalmente de publicações bem estabelecidas e com uma consciência de classe desavergonhadamente burguesa como The Economist e The Sunday Times. Vamos citá-las meticulosamente, palavra por palavra, não só porque elas são eminentes no seu campo como também a fim de evitar que nos acusem de "viés e distorção de esquerda".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marx costumava dizer que nas páginas de The Economist a classe dominante estava a "conversar consigo própria". As coisas mudaram um pouco desde aquele tempo. Pois agora até mesmo no campo especializado da "perícia económica" a classe dominante precisa de um órgão de propaganda de circulação em massa, com o objectivo da mistificação geral. No tempo em que Marx viveu a classe dominante estava cheia de "confiança", e também de um grande bocado de "super-confiança" incontestada, para necessitar disso. Assim, sob as menos arrogantes circunstâncias actuais, o semanário de distribuição em massa com sede em Londres, The Economist, – o farisaico porta-voz do anual "Davos Jamboree" dominado pelos EUA – é cauteloso ao conceder que a crise que estamos a enfrentar hoje refere-se às dificuldades de "Salvar o sistema", conforme a sua capa do número de 11 de Outubro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos admitir, naturalmente, que nada menos do que "salvar o sistema" (ou não) é o que está em causa no nosso tempo, mesmo que a discussão de The Economist deste problema seja um tanto estranha e contraditória. Pois no seu modo habitual de tentar apresentar a sua posição altamente partidária como uma visão objectivamente "equilibrada", utilizando a fórmula do "por um lado isto e por outro lado aquilo", o The Economist sempre consegue atingir a sua desejada conclusão em favor da ordem estabelecida. Assim, também nesta ocasião, The Economist assevera no seu artigo principal de 11 de Outubro que "Esta semana assistiu-se ao primeiro vislumbre de uma resposta global abrangente para o fosso da confiança ". Agora, felizmente, espera-se que o "fosso da confiança", embora reprovável em si próprio, se remedeie graças a uma algo misteriosa "resposta global abrangente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, no lado mais realista, o semanário londrino também reconhece no mesmo editorial que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O dano para a economia real está a tornar-se aparente. Na América o crédito ao consumidor está agora a contrair-se, e cerca de 150 mil americanos perderam os seus empregos em Setembro, o máximo desde 2003. Algumas indústrias estão seriamente prejudicadas: as vendas de carros estão no seu mais baixo nível em 16 anos pois os aspirantes a compradores são incapazes de obter crédito. A General Motors fechou temporariamente algumas das suas fábricas na Europa. Por todo o globo indicadores prospectivos, como inquéritos de compras junto a administradores, estão horrivelmente sombrios".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não dizem, contudo, que "o fosso da confiança" pode ter algo a ver com tais factos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a defesa do sistema deve prevalecer em cada artigo, mesmo se esta tiver de ser apresentada com a expressão inquestionável de visão pragmática. Neste sentido, "salvar o sistema" para The Economist equivale à identificação totalmente acrítica da revista com a operação de resgate económico ilimitado, e a advocacia incontestável dos mesmo, – a ser cumprida sem quaisquer meios que se afastem dos habitualmente mais dogmaticamente glorificados "recursos do mercado" – em favor do perturbado sistema capitalista. Assim, mesmo os mais queridos e bem testados dogmas da propaganda (de um não só não existente livre mercado, que na realidade nunca existiu) podem agora ser atirados borda fora pela nobre causa de "Salvar o sistema". Consequentemente, conta-nos The Economist que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A economia mundial está claramente com um aspecto fraco, mas ela poderia ficar um bocado pior. Este é o momento de colocar dogma e política de lado e concentrar em respostas pragmáticas. Isto significa mais intervenção governamental e cooperação no curto prazo, mais do que os contribuintes, políticos ou na verdade os jornais do mercado livre normalmente gostariam ". [1]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós fomos presenteados anteriormente com sermões semelhantes do presidente George W. Bush. Ele disse na sua intervenção na televisão há duas semanas que normalmente e instintivamente ele é crente e apoiante apaixonado do mercado livre, mas sob as actuais circunstâncias excepcionais ele deve pensar em outros caminhos. Ele deve começar a pensar sob estas difíceis circunstâncias, ponto final. Você não pode dizer que não foi advertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As somas envolvidas na recomendada solução "pragmática", as quais advogam varrer para o lado as "preferências normais" dos "contribuintes e jornais do mercado livre " (isto é, da solução agora defendida a qual significa, na verdade, a necessária submissão das grandes massas do povo a fardos fiscais crescentes, mais cedo ou mais tarde) são literalmente astronómicas. Para citar The Economist mais uma vez: "em pouco mais de três semanas o governo da América, como foi dito, expandiu seu passivo bruto em mais de US$1 milhão de milhões – quase o dobro do custo da guerra do Iraque até agora " [2] "Bancos americanos e europeus perderão cerca de US$10 milhões de milhões". [3] "Mas a história ensina uma lição importante: que as grandes crises bancárias são essencialmente resolvidas pelo lançamento de grandes blocos de dinheiro público" [4] .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezenas de milhões de milhões de dinheiro público "dado", e justificado em nome da alegada "importante lição da história", e naturalmente ao serviço da incontestável boa causa de salvar o sistema, isto é certamente um bloco muito grande. Nenhum vendedor ambulante de gelados poderia alguma vez sonhar com tais blocos. E se acrescentarmos àquela grandeza o facto citado na mesma página da revista de Londres, que só no decorrer do ano passado "o índice de preços dos alimentos de The Economist saltou aproximadamente 55%" [5] e "A alta dos preços dos alimentos no fim de 2007 e princípio de 2008 provocou tumultos em uns 30 países" [6] , nesse caso o bloco em causa torna-se ainda mais revelador quanto à natureza do sistema que agora se encontra, ele próprio, numa crise sempre a aprofundar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode alguém pensar numa maior acusação para um sistema de produção económica e reprodução social pretensamente inultrapassável do que esta de que – no máximo do seu poder produtivo – está a produzir uma crise alimentar global, e o sofrimento dos incontáveis milhões inseparáveis disto por todo o mundo? Esta é a natureza do sistema que se espera salvar agora a todo custo, incluindo a actual "repartição" do seu custo astronómico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como pode alguém ter algum senso tangível de todos os milhões de milhões desperdiçados? Uma vez que estamos a falar acerca de grandezas astronómicas, pus esta pergunta a um amigo que é professor de Astrofísica na Universidade de Londres. A sua resposta foi que eu deveria assinalar que um milhão de milhões (trillion) apenas é aproximadamente uma centena de vezes a idade do nosso universo. Agora, na escala da mesma grandeza, o número oficial habitualmente subestimado da dívida americana, por si própria, monta nos nossos dias a mais de 10 milhões de milhões. Isto é, um milhar de vezes a idade do nosso universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixem-me citar-vos um curto trecho de uma publicação japonesa. Lê-se isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quanto dinheiro especulativo está a movimentar-se pelo mundo? Segundo uma análise da Mitsubishi UFJ Securities, a dimensão da "economia real" global, na qual bens e serviços são produzidos e comercializados, é estimada em US$48,1 milhões de milhões... Por outro lado, a dimensão da 'economia financeira' global, o montante total de acções, títulos e depósitos, eleva-se a US$151,8 milhões de milhões. Portanto, a economia financeira inchou mais de três vezes relativamente à dimensão da economia real, crescendo rapidamente durante as últimas duas décadas. O fosso é tão grande quanto US$100 milhões de milhões. Um analista envolvido nesta estimativa disse que cerca da metade deste montante, US$50 milhões de milhões, mal é necessário para a economia real. Cinquenta milhões de milhões de dólares valem bem mais de 5000 milhões de milhões de yen, um número demasiado grande para eu realmente compreender". [7]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade é mesmo muito difícil compreender, quanto mais justificar, como fazem os nossos políticos e banqueiros apologistas do capital, as somas astronómicas de especulação parasitária acumulada numa grandeza correspondente a 500 mil vezes a idade do nosso universo. Se quiser uma outra medida sobre a grandeza em causa, imagine apenas um infeliz contabilista dos tempos romanos, a quem fosse pedido nada mais do que simplesmente escrever no seu quadro negro o número de 5000 milhões de milhões de yen em algarismos romanos. Ele cairia em desespero total. Simplesmente não poderia fazer isso. E mesmo que tivesse à sua disposição algarismos arábicos, os quais não poderia ter tido, mesmo neste caso precisaria 17 zeros após o número 5 a fim de registar a cifra em causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perturbante, contudo, é que os nossos políticos e banqueiros endinheirados parecem pensar apenas nos zeros, e não nas suas ligações substantivas, quando apresentam estes problemas para consumo público. E esta abordagem provavelmente não pode funcionar indefinidamente. Pois é preciso muito mais do que zeros para escapar do buraco sem fundo do endividamento global a que estamos condenados pelo sistema que eles agora querem salvar a todo custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, a recente popularidade de Gordon Brown tem uma grande relação com zeros em mais de uma forma. A sua espantosa nova popularidade – que, bem pensado, pode acabar por ser um tanto efémera – foi demonstrada na semana passada pela manchete de primeira página: "From Zero to Hero" ("De zero a herói"). O artigo em questão sugeria que o nosso primeiro-ministro realmente teve êxito em "salvar o sistema". Aqui está como ele ganhou a grande aclamação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NACIONALIZAÇÃO DA BANCARROTA CAPITALISTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão porque ele foi louvado desse modo, como um herói, foi ter inventado uma nova variedade de nacionalização da bancarrota capitalista, a ser adoptada com imperturbável "consciência de mercado livre" também por outros países. Aquilo fez até mesmo com que George W. Bush se sentisse menos culpado por actuar contra o seu auto-proclamado "instinto apaixonado" quando nacionalizou um enorme "bloco" da bancarrota capitalista estado-unidenses do qual um único ítem – os passivos das companhias hipotecárias gigantes Fannie Mae e Freddie Mac – montavam a 5,4 milhões de milhões de dólares (o que quer dizer, a soma necessária para 54 anos de execução da guerra do Iraque).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "novidade pragmática" – oposta "ao dogma e à política" nas palavras de The Economist – da recente nacionalização da bancarrota capitalista pelo "New Labour" é que os contribuintes obtiveram absolutamente nada (por outras palavras, zero-zero-zero quantas vezes queira escrever, mesmo dezassete vezes) pelas imensas somas de dinheiro investido em activos capitalistas fracassados, incluindo nossos bancos britânicos nacionalizados a dois terços. Esta espécie de nacionalização da bancarrota capitalista é algo diferente das versões anteriores, instituídas após a Segunda Guerra Mundial quando a "Cláusula 4" do Partido Trabalhista – a advogar o controle público dos meios de produção – ainda fazia parte da sua Constituição. Pois em 1945 os nacionalizados sectores em bancarrota da economia capitalista foram transferidos para o controle do Estado, e enquanto durou foram generosamente engordados outra vez a partir da tributação geral com o objectivo da adequada "privatização" no devido momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo a nacionalização da Rolls Royce Company em 1971, sob o primeiro-ministro conservador Edward Heath, seguiu o mesmo padrão embaraçoso de nacionalização abertamente admitida e controlada pelo Estado. Nos nossos dias, contudo, a beleza da solução de Gordon Brown é que remove o embaraço enquanto multiplica muitas vezes os milhares de milhões desperdiçados ao investir na bancarrota capitalista. Certamente ele merece plenamente a sua promoção de "De zero a herói" bem como o máximo louvor de "Salvador do mundo" que lhe foi conferida por alguns outros jornais, devido à sua grande modéstia de ficar satisfeito com o zero absoluto em troca dos nossos – não dos seus – milhares de milhões generosamente dispensados. Mas poderá esta espécie de remédio governamental ser considerada uma solução perdurável para os nossos problemas mesmo em termos de curto prazo, para não mencionar a sua necessária sustentabilidade a longo prazo? Só os loucos poderiam acreditar nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a recentes medidas adoptadas pelas nossas autoridades políticas e financeiras apenas atenderam a um único aspecto da crise actual: a liquidez dos bancos, das companhias de hipotecas e de seguros. E mesmo isso só numa extensão muito limitada. Na realidade as enormes "dádivas de blocos" não representam senão o pagamento dos depósitos, por assim dizer. Muito mais será necessário também quanto a isto no futuro, como as perturbações ainda em desdobramento no mundo dos mercados de acções continuam a enfatizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, bem além do problema da liquidez , uma outra dimensão apenas da crise financeira refere-se à quase catastrófica insolvência dos bancos e das companhias de seguros. Este facto torna-se claro quando os seus passivos assumidos especulativamente e irresponsavelmente, mas nem por isso menos existentes, são realmente levados em conta. Para dar apenas um exemplo: dois dos nossos grandes bancos na Grã-Bretanha têm passivos que montam a US$2,4 milhões de milhões cada um, adquiridos sob a suposição aventureira de que eles nunca terão de ser cumpridos. Pode o estado capitalista salvá-los com êxito com passivo dessa dimensão? Onde poderia o estado pedir dinheiro emprestado com essa grandeza para a operação de resgate necessária para tal finalidade? E o que seriam as necessárias consequências inflacionárias de "repartir tais blocos" da operação de resgate verdadeiramente gigantesca ao simplesmente imprimir o dinheiro requerido na ausência de outras soluções?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, os problemas não se esgotam de modo algum no perigoso estado do sector financeiro. Pois de modo ainda mais intratável, também os sectores produtivos da indústria capitalista estão com sérios problemas, pouco importando quão altamente desenvolvida e favorecida eles possam parecer estar através da sua posição de vantagem competitiva na hierarquia global do capital transnacional. Devido ao nosso tempo limitado, devo limitar-me a um exemplo, mas muito significativo. Refere-se à indústria automóvel dos Estados Unidos, grandemente humilhada nos últimos anos, apesar de todos os subsídios recebidos do mais poderoso estado capitalista no passado, que se contam em muitos milhares de milhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem-me citar de um artigo publicado sobre a Ford Corporation e suas fantasias globalizantes em 1994, publicado no The Sunday Times. Foi assim que os nossos distintos jornalistas financeiros pintaram naqueles tempos a sua rósea pintura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A globalização plena está a ser tentada pelas multinacionais ... 'Isto é definitivamente o bébé de Trotman, disse uma fonte americana. 'Ele tem uma visão do futuro, a qual diz que, para ser um vencedor global, a Ford deve ser uma corporação verdadeiramente global". Segundo Trotman, que disse a The Sunday Times em Outubro de 1993, "Como a competição automotiva se torna mais global ao entrarmos no próximo século, a pressão para descobrir economias de escala tornar-se-á cada vez maior. Se, ao invés de fazer dois motores de 500 mil unidades cada um, pudermos fazer um milhão de unidades, então os custos são muito mais baixos. Em última análise haverá um punhado de actores globais e o resto não estará ali ou estarão a lutar para sobreviver'. Trotman e seus colegas concluíram que a plena globalização é o caminho para bater competidores como os japoneses e, na Europa, o arqui-rival da Ford, a General Motors, a qual mantém uma vantagem de custo sobre a Ford. A Ford também acredita que precisa da globalização para capitalizar em mercados emergentes no Extremo Oriente e na América Latina". [8]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a "única" coisa que Alex Trotman – o britânico que era presidente da Ford Corporation naquele tempo – se esqueceu de considerar, apesar da sua impecável qualificação aritmética de saber a diferença entre 500 mil e 1 milhão, foi isto: o que acontece quando não podem vender o 1 milhão (e muitas vezes mais) motores de carros, apesar da estrategicamente contemplada e desfrutada vantagem de custo. No caso da Ford Corporation, mesmo a maciça taxa de exploração diferencial que a companhia podia impor à escala mundial como enorme companhia transnacional – isto é, pagar por exactamente o mesmo trabalho 25 vezes menos aos trabalhadores da "Ford Philippines Corporation", por exemplo, do que à sua força de trabalho nos Estados Unidos da América – mesmo esta vantagem inquestionável não podia ser considerada suficiente para assegurar uma saída desta contradição fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que estamos hoje, não só no caso da gravemente humilhada Ford Corporation como também no da General Motors, independentemente da sua vantagem de custo outrora profundamente invejada até pela Ford Corporation dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao falar acerca de um acordo recentemente estabelecido que proporciona subsídios do estado americano às companhias gigantes de automóveis do país, eis como a infeliz situação actual da indústria automobilística estado-unidense é descrita num dos últimos números de The Economist: "o acordo significa que as companhias de automóveis – abençoadas com a garantia do governo – deveriam obter empréstimos com uma taxa de juro de cerca de 5% ao invés dos 15% que enfrentariam no mercado aberto nas condições de hoje". [9]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, nenhum montante de subsídio de qualquer espécie pode ser considerado suficientemente satisfatório, porque as "Três grandes" – General Motors, Ford e Chrysler – estão à beira da bancarrota, apesar do facto do bébé de sonho de Trotsman ser agora um adolescente plenamente desenvolvido. Portanto The Economist deve admitir que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A partir do momento em que subsídios industriais como este começam a fluir, é difícil pará-los. Um estudo recente do Cato Institute, um think-tank de extrema direita, descobriu que o governo federal gastou cerca de US$92 mil milhões a subsidiar negócios só em 2006. Deste total, apenas US$21 mil milhões foram para agricultores, grande parte do resto foi para empresas como a Boeing, a IBM e a General Electric na forma de apoio de crédito à exportação e vários subsídios de investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Três grandes já se queixam de que levará demasiado tempo repartir o dinheiro [do estado], e querem acelerar o processo. Também querem outros US$25 mil milhões, possivelmente ligados à segunda versão da lei de resgate da Wall Street. A lógica do salvamento da Wall Street é que as finanças servem de base para tudo. Detroit não pode começar a fazer tal reivindicação. Mas, se o seu lobbying tiver êxito, será que demorará muito para que companhias de aviação aflitas e retalhistas fracassados se juntem à fila?" [10]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imensa expansão especulativa do aventureirismo financeiro, especialmente nas últimas três ou quatro décadas, é naturalmente inseparável do aprofundamento da crise dos ramos produtivos da indústria e as resultantes perturbações que se levantam com a absolutamente letárgica acumulação de capital (e na verdade acumulação fracassada) naquele campo produtivo da actividade económica. Agora, inevitavelmente, também no domínio da produção industrial a crise está a ficar muito pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a consequência necessária da crise sempre em aprofundamento nos ramos produtivos da "economia real", como eles agora começam a chamá-la e a contrastar a economia produtiva com o aventureirismo especulativo financeiro, é o crescimento do desemprego por toda a parte numa escala assustadora, e a miséria humana a ele associada. Esperar uma solução feliz para estes problemas vinda das operações de resgate do estado capitalista seria uma grande ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o contexto em que os nossos políticos deveriam realmente começar a prestar atenção à afirmada "importante lição da história", ao invés de "distribuir grandes blocos de dinheiro público" sob a pretensa "lição da história". Pois como resultado do desenvolvimento histórico sob a regra do capital na sua crise estrutural, na nossa própria época atingimos o ponto em que devemos ser sujeitos ao impacto destrutivo de uma sempre a piorar simbiose entre a estrutura legislativa do estado da nossa sociedade e o material produtivo bem como da dimensão financeira da ordem reprodutiva societária estabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreensivelmente, aquele relacionamento simbiótico pode ser, e frequentemente também acontece ser, administrado com práticas absolutamente corruptas pelas personificações privilegiadas do capital, tanto nos negócios como na política. Pois, não importa quão corruptas possam ser tais práticas, elas estão plenamente em sintonia com os contra-valores institucionalizados da ordem estabelecida. E – dentro da estrutura da simbiose prevalecente entre o campo económico e as práticas políticas dominantes – eles são legalmente bastante permissíveis, graças ao mais dúbio e muitas vezes mesmo claramente anti-democrático papel facilitador da selva legislativa impenetrável proporcionada pelo estado também no domínio financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fraudulência, numa grande variedade das suas formas práticas, é a normalidade do capital. As suas manifestações extremamente destrutivas não estão de modo algum confinadas à operação do complexo militar-industrial. Nesta altura o papel directo do estado capitalista no mundo parasitário das finanças é não só fundamentalmente importante, em vista da sua grandeza que tudo permeia, como tivemos de descobrir com chocante clareza durante as últimas semanas, mas também potencialmente catastrófico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto embaraçoso é que companhias hipotecárias gigantes dos EUA, como a Fannie Mae e o Freddie Mac, foram corruptamente apoiadas e generosamente abastecidas com garantias altamente lucrativas mas totalmente imerecidas pela selva legislativa do Estado americano em primeiro lugar, bem como através de serviços pessoais de corrupção política não punida. Na verdade, a cada vez mais densa selva legislativa do estado capitalista passa por ser o legitimador "democrático" da fraudulência institucionalizada nas nossas sociedades. Os editores e jornalistas de The Economist estão de facto perfeitamente familiarizados com as práticas corruptas pelas quais, no caso das companhias hipotecárias gigantes americanas, receberam do seu estado tratamento descaradamente preferencial [aqui cito The Economist ]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"permitiu à Fannie e ao Freddie operarem com minúsculos montantes de capital. Os dois grupos tinham núcleos de capital (como definido pelo seu regulador) de US$83,2 mil milhões no fim de 2007, isto suportava US$5,2 milhões de milhões de dívidas e garantias, um rácio de alavancagem de 65 para um. [!!!] Segundo a CreditSights, um grupo de investigação, a Fannie e o Freddie foram contrapartes em valores de US$2,3 milhões de milhões de transacções com derivativos, relacionadas com as suas actividades de hedging. Nunca seria permitido a um banco privado ter um balanço tão altamente alavancado, [11] nem isto o qualificaria para a máxima classificação de crédito AAA. ... Eles utilizaram o seu financiamento barato na compra de activos de rendimento mais alto. [12]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Além disso,] Com tanto em jogo, não é de admirar que as companhias tenham construído uma formidável máquina de lobbying. Foram dados empregos a ex-políticos. Os críticos podiam esperar uma cavalgada robusta. As companhias não temiam morder as mãos que as alimentavam". [13]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não temer "morder as mãos que as alimentavam" refere-se, naturalmente, ao corpo legislativo do estado americano. Mas por que deveriam elas ter medo? Pois companhias tão gigantescas constituem uma simbiose total com o estado capitalista. Isto é um relacionamento que corruptamente se reafirma também em termos do pessoal envolvido, através do acto de contratar políticos que poderiam servi-los preferencialmente, com um impressionante "rácio de alavancagem de 65 para um" e a associada classificação de crédito AAA, mesmo de acordo com a relutante confissão de The Economist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade da presente situação é sublinhada de um modo característico pela circunstância relatada nestas palavras por The Economist: " traders no mercado de credit-default swaps recentemente começaram a fazer apostas sobre o impensável: que a América pode incumprir a sua dívida " [14] . Naturalmente, os referidos traders reagem mesmo a eventos de tal carácter e gravidade como os que experimentamos hoje da única maneira possível: a espremer lucro disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O INCUMPRIMENTO DOS EUA NÃO É IMPENSÁVEL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema para o sistema capitalista global é, contudo, que o incumprimento da América não é de todo impensável. Pelo contrário, ele é – e tem sido desde há muito – uma certeza que se aproxima. Foi por isso que escrevi há muitos anos (em 1995, para ser preciso que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Num mundo de insegurança financeira nada se adequa melhor à prática de jogar com somas astronómicas e criminosamente não seguradas nas bolsas de valores do mundo – prenunciando um tremor de terra de magnitude 9 ou 10 na "Escala de Richter" Financeira – do que chamar as empresas que se dedicam a tais jogos " Securities Management"; ... Quando exactamente e de que forma – pode haver muitas variedades, mais ou menos brutais – os EUA incumprirão a sua dívida astronómica não se pode ver neste momento. Só pode haver duas certezas a este respeito. A primeira é que a inevitabilidade do incumprimento americano afectará profundamente toda a gente neste planeta. E a segunda, que a posição de potência hegemónica preponderante dos EUA continuará a ser afirmada de todas as formas, de modo a fazer o resto do mundo pagar pela dívida americana por tanto tempo quanto seja capaz de fazê-lo". [15]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a condição agravada de hoje é que o resto do mundo – mesmo com a historicamente muito irónica maciça contribuição chinesa para a balança do Tesouro americano – é cada vez menos capaz de preencher o "buraco negro" produzido numa escala sempre crescente pelo insaciável apetite da América por financiamento da dívida, como demonstrado pelas repercussões globais da recente crise hipotecária e bancária dos EUA. Esta circunstância traz o necessário incumprimento da América, numa das "variedades mais ou menos brutais", para muito mais perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade desta matéria perturbante é que pode não haver caminho de saída para estas contradições finalmente suicidas, as quais são inseparáveis do imperativo da infindável expansão do capital, independentemente das consequências – arbitrária e mistificadoramente confundido com crescimento como tal – sem mudar radicalmente o nosso modo de reprodução social metabólico através da adopção de práticas responsáveis e racionais muito necessárias da única economia viável, [16] orientada pela necessidade humana, ao invés do alienante, desumanizante e degradante lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que o obstáculo esmagador das interdeterminações em causa própria do capital devem ser confrontadas, não importa quão difícil isto deva ser sob as condições prevalecentes. Pois a absolutamente necessária adopção e o apropriado desenvolvimento futuro da única economia viável é inconcebível sem a transformação radical da própria ordem socioeconómica e política estabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gordon Brown recentemente exprimiu o seu desgosto acerca do "capitalismo sem peias", em nome da totalmente não especificada "regulação". Você pode recordar que Gorbachev, também, queria uma espécie de capitalismo regulado, sob o nome de "socialismo de mercado", e também deve saber o que lhe aconteceu e à sua grotesca fantasia. Por outro lado, na expressão do primeiro-ministro conservador britânico Edward Heath, há muito tempo atrás, o mesmo pecado do "capitalismo sem restrições" era "a face inaceitável do capitalismo". E apesar disso, o "capitalismo sem peias", apesar da sua "face inaceitável", permaneceu todas estas décadas não só "aceitável" como – no decorrer do seu novo desenvolvimento – tornou-se muito pior. Pois o fundamento causal dos nossos problemas cada vez mais sérios não é a "face inaceitável do capitalismo não regulamentado" mas a sua substância destrutiva. É aquela substância opressora que deve resistir e anular todos os esforços destinados a restringir o sistema do capital mesmo minimamente – como, na verdade, realmente se verificou ao efectuar isso também na forma de metamorfose, na Grã-Bretanha, do [partido] social-democrata "Old Labour" no neoliberal "New Labour". Consequentemente, a fantasia periodicamente renovada de regular o capitalismo de um modo estruturalmente significativo só pode resultar numa tentativa de dar nós nos ventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a última coisa de que hoje precisamos é de continuar a dar nós nos ventos, quando temos de enfrentar a gravidade da crise estrutural do capital, a qual exige a instituição de uma mudança sistémica radical. É revelador do carácter incorrigível do sistema do capital que mesmo num momento como este, quando a imensa grandeza da crise em desdobramento já não pode mais ser negada pelos mais devotos apologistas ex officio do sistema – uma crise descrita há poucos dias por nada menos que o vice-governador do Banco da Inglaterra como a maior crise económica em toda a história humana – e nada pode ser contemplado, para não dizer realmente feito, a fim de mudar os defeitos fundamentais de uma ordem reprodutiva societária cada vez mais destrutiva por parte daqueles que controlam as alavancas económicas e políticas da nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contraste com a recente iluminação do seu próprio vice, o governador do Banco da Inglaterra, Mervyn King, não tinha quaisquer reservas acerca da saúde do acarinhado sistema capitalista, nem teve ele a mínima antecipação de uma crise a chegar quando louvou aos céus o livro de Martin Wolf, apologético do capital, com o seu auto-complacente e peremptoriamente assertivo título: Porque a globalização funciona. Ele considerou aquele livro "uma devastadora crítica intelectual dos oponentes da globalização" e uma "civilizada, sábia e optimista visão do nosso futuro económico e político". [17] Agora, contudo, todos são forçados a terem pelo menos alguma preocupação acerca da verdadeira natureza e das necessárias consequências destrutivas da dogmaticamente saudada globalização capitalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, a minha própria atitude para com o livro de Wolf foi muito diferente daquela de Mervyn King e outros que partilhavam os mesmos interesses. Comentei na altura da sua publicação que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"o autor, que é o Comentador Chefe de Ciência Económica do Financial Times de Londres, esquece-se de colocar a questão realmente importante: Para quem ele funciona?, se é que funciona. Ele certamente funciona, por enquanto, e de forma alguma tão bem, para os decisores do capital transnacional, mas não para a esmagadora maioria da espécie humana que deve sofrer as consequências. E nenhuma quantidade da "integração jurisdicional" advogada pelo autor – isto é, em bom inglês, o controle directo mais apertado dos "demasiados estados" deplorados por um punhado de potências imperialistas, especialmente a maior delas – vai conseguir remediar a situação. A globalização capitalista na realidade não funciona e não pode funcionar. Pois ela não pode ultrapassar as contradições irreconciliáveis e os antagonismos manifestos da crise global estrutural do sistema. A própria globalização capitalista é a manifestação contraditória daquela crise, tentando subverter o relacionamento causa/efeito numa vã tentativa de curar alguns efeitos negativos por outros efeitos desejados que projecta, porque é estruturalmente incapaz de tratar das suas causas ". [18]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, as recentes tentativas de conter os sintomas da crise que se intensificam, pela cinicamente camuflada nacionalização de grandezas astronómicas da bancarrota capitalista, através dos recursos do estado ainda a serem inventados, só poderia sublinhar as determinações causais antagónicas profundamente enraizadas da destrutividade do sistema capitalista. Pois o que está fundamentalmente em causa hoje não é simplesmente uma crise financeira maciça mas o potencial de auto-destruição da humanidade neste momento do desenvolvimento histórico, tanto militarmente como através da destruição em curso da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da manipulação concertada de taxas de juro e das recentes cimeiras ocas dos países capitalistas dominantes, nada foi perduravelmente alcançado com o "lançamento de gigantescos blocos de dinheiro" no buraco sem fundo do "esmagado" mercado financeiro global. A "resposta global abrangente para o fosso da confiança", como o desejo projectado de The Economist e dos seus mestres, pertence ao mundo da (não tão pura) fantasia. Pois um dos maiores fracassos históricos do capital, como o há muito estabelecido modo de controle social metabólico, é a contínua predominância dos estados-nação potencialmente mais agressivos, e a impossibilidade de instituir o estado do sistema do capital como tal na base dos antagonismos estruturalmente arraigados do sistema do capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginar que dentro da estrutura de tais determinações causais antagonistas possa ser encontrada uma solução harmoniosa permanente para o aprofundamento da crise estrutural de um sistema de produção e de trocas mais iníquo – o qual está agora empenhado activamente em produzir mesmo uma crise alimentar global, por cima de todas as suas outras contradições gritantes, incluindo a sempre mais difusa destruição da natureza –, sem mesmo tentar remediar suas miseráveis iniquidades, é a pior espécie de pensamento ilusório, beirando a irracionalidade total. Pois, auto-contraditoriamente, ele quer reter a ordem existente apesar das suas necessárias iniquidades explosivas e antagonismos. E a chamada "integração jurisdicional dos estados em demasia" sob uns poucos auto-indicados, ou um, como advogado por alguns apologistas do capital, pode apenas sugerir a – igualmente auto-contraditória – permanência da potencialmente suicida dominação imperialista global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis porque Marx é mais relevante hoje do que alguma vez já o foi. Pois apenas uma mudança sistémica radical pode proporcionar a esperança historicamente sustentável e a solução para o futuro.&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas&lt;br /&gt;[1] Todas estas citações foram retiradas do mesmo editorial de The Economist, 11/Outubro/2008, p. 13.&lt;br /&gt;[2] The Economist, 11 October 2008, special section, p. 3.&lt;br /&gt;[3] Ibid.&lt;br /&gt;[4] Ibid., p. 4.&lt;br /&gt;[5] Ibid.&lt;br /&gt;[6] Ibid., p. 6.&lt;br /&gt;[7] Shii Kazuo in Japan Press Weekly, Special Issue, October 2008, p. 20.&lt;br /&gt;[8] "Ford prepares for global revolution", by Andrew Lorenz and Jeff Randall. The Sunday Times, 27 March 1994, Section 3, p. 1.&lt;br /&gt;[9] "A bail-out that passed. In the slipstream of Wall'street's woes, the Big Three land a huge subsidy." The Economist, October 4th, 2008, p. 82.&lt;br /&gt;[10] Ibid., p. 83.&lt;br /&gt;[11] A Lehman Brothers, um dos principais private merchant banks, tem um rácio de alavancagem de 30 para 1. Isso é bastante mau.&lt;br /&gt;[12] "Fannie Mae and Freddie Mac: End of illusions" , The Economist, July 19-25, 2008, p. 84.&lt;br /&gt;[13] "A brief family history: Toxic fudge" , The Economist, July 19-25, 2008, p. 84.&lt;br /&gt;[14] "Fannie Mae and Freddie Mac: End of illusions", The Economist, July 19-25, 2008, p. 85.&lt;br /&gt;[15] "The Present Crisis", quoted from Part IV. of Beyond Capital (published in London in 1995), pp.962-3. (In Spanish in Más allá del capital, Vadell Hermanos Editores , Caracas, 2001, pp. 1111-12.)&lt;br /&gt;[16] Ver a este respeito: "Qualitative Growth in Utilization: The Only Viable Economy", Secção 9.5 do meu livro, The Challenge and Burden of Historical Time , Monthly Review Press, New York, 2008, pp. 272-93. (Publicado in Herramienta, Numbers 36 and 37.)&lt;br /&gt;[17] Mervyn King's endorsement, on the back cover of Martin Wolf's book, Why Globalization Works , Yale University Press, 2004.&lt;br /&gt;[18] In "Education - Beyond Capital", Opening Lecture delivered at the Fórum Mundial de Educação, Porto Alegre, July 28, 2004. In Spanish reprinted in La educación más allá del capital , Siglo Veintiuno Editores / Clacso Coediciones, Rio de Janeiro, 2008. Ver também o capítulo: "Why Capitalist Globalization Cannot Work?" no meu livro, The Challenge and Burden of Historical Time, Monthly Review Press, New York, 2008, pp. 380-398; Spanish edition: El desafío y la carga del tiempo histórico, Vadell Hermanos Editores / Clacso Coediciónes, Caracas, 2008, pp. 371-389.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[*] Palestra escrita para uma reunião em Conway Hall, Londres, a 21 de Outubro de 2008.   Os inter-títulos são da responsabilidade de resistir.info.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-6977820686054999400?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/6977820686054999400/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=6977820686054999400' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6977820686054999400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/6977820686054999400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/11/crise-em-desdobramento-e-relevncia-de.html' title='A crise em desdobramento e a relevância de Marx'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-8659286407643922885</id><published>2008-11-20T07:30:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T12:19:47.561-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dialética marxista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marx'/><title type='text'>Bibliografia sugerida - Mini-curso</title><content type='html'>Primeiro dia:&lt;br /&gt;HOBSBAWM, E. J..   A era do capital : 1848-1875.  10. ed.  São Paulo: Paz e Terra, 2004. 459 p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dia: &lt;br /&gt;MARX, Karl. Manuscritos econômico filosóficos. São Paulo: Boitempo Editorial, 2004. 176 p.&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.marxists.org/portugues/marx/1844/manuscritos/index.htm"&gt;Aqui&lt;/a&gt; você pode ler a versão do site &lt;a href="http://www.marxists.org/portugues/index.htm"&gt;Marxists.org&lt;/a&gt; em português.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceiro dia:&lt;br /&gt;KOSIK, Karel. Dialética do Concreto. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 230 p. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quarto dia:&lt;br /&gt;MARX, Karl. O método da Economia política In: Contribuição para a critica da economia política. Várias.&lt;br /&gt;A da Editorial Avante você encontra &lt;a href="http://www.marxists.org/portugues/marx/1859/contcriteconpoli/introducao.htm#textmet"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-8659286407643922885?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/8659286407643922885/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=8659286407643922885' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8659286407643922885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/8659286407643922885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/11/bibliografia-sugerida-mini-curso.html' title='Bibliografia sugerida - Mini-curso'/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-4352764521256983490</id><published>2008-11-14T12:09:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T12:19:23.485-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dialética marxista'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marx'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curso'/><title type='text'>Minicurso: Introdução à Dialética Marxista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SR3bFukcuoI/AAAAAAAAAA0/N1KF4n81YIs/s1600-h/metodo+dial%C3%A9tico.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; 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margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SPkrCmOZxMI/AAAAAAAAAAk/dCekyQmrDsI/s400/crise+financeira.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258281363552453826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-1857556907173128839?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/1857556907173128839/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=1857556907173128839' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1857556907173128839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/1857556907173128839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2008/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/SPkrCmOZxMI/AAAAAAAAAAk/dCekyQmrDsI/s72-c/crise+financeira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-5776869245883402228</id><published>2007-10-11T07:10:00.000-07:00</published><updated>2007-10-11T07:15:09.150-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Rw4u7ntEN7I/AAAAAAAAAAU/WhQd58z0uUg/s1600-h/MARXISMO+UMA+LEITURA1%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Rw4u7ntEN7I/AAAAAAAAAAU/WhQd58z0uUg/s400/MARXISMO+UMA+LEITURA1%5B1%5D.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120081428171995058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURSO: “MARXISMO: UMA LEITURA NECESSÁRIA” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] o caráter evidentemente global da crise sócio-econômica de nosso tempo exige remédios globais: isto é, a “transcendência positiva da auto-alienação do trabalho” em toda a sua múltipla complexidade condicionadora”. &lt;br /&gt;                                                                          Mészáros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“[...] por meio da exploração do mercado mundial, a burguesia deu um caráter cosmopolita à produção e ao consumo em todos os países, retirando da indústria, para desespero dos reacionários, sua base nacional. As antigas indústrias nacionais foram aniquiladas e o são ainda todos os dias”. &lt;br /&gt;                                                                Marx e Engels   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O presente curso tem por objetivo proporcionar a análise das principais idéias desenvolvidas por Marx e Engels a fim de demonstrar a atualidade e pertinência da Dialética Materialista e Histórica em tempos de profundas contradições presentes na sociedade capitalista mundial.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Módulo I -  Marx e a dialética&lt;br /&gt;Objetivo: Analisar os condicionantes históricos que influenciaram o pensamento de Marx/Engels  e as bases que nortearam o movimento da Dialética Materialista e Histórica – suas principais referências conceituais – assim  como os diálogos que se estabeleceram entre Marx-Engels e seus interlocutores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Módulo II - O Marxismo em perspectiva histórica&lt;br /&gt;Objetivo: Analisar as experiências históricas de instauração do Socialismo e a produção, por conta de condições materiais e subjetivas, das vertentes com interpretações variadas em relação à matriz do pensamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Módulo III - Marxismo, Trabalho e Alienação&lt;br /&gt;Objetivo: Analisar a lógica do processo de acumulação capitalista levando em consideração os efeitos na forma de organização do trabalho bem como no processo de alienação que advém desta lógica.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Módulo IV -  Marxismo e Cultura&lt;br /&gt;Objetivo: Analisar, a partir dos princípios que sustentam a alienação na sociedade capitalista, a arte e a ciência como instrumentos ideológicos desenvolvidos a fim de sustentar as bases estruturantes do modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adão Clóvis dos Santos - Sociologia PUC&lt;br /&gt;Arnoldo Doberstein - História PUC&lt;br /&gt;Jorge Quilfeldt - Biologia UFRGS&lt;br /&gt;Luis Dario Ribeiro - História UFRGS&lt;br /&gt;Ruth Ignácio - Sociologia PUC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29399901-5776869245883402228?l=clubedecultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clubedecultura.blogspot.com/feeds/5776869245883402228/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29399901&amp;postID=5776869245883402228' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/5776869245883402228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/29399901/posts/default/5776869245883402228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clubedecultura.blogspot.com/2007/10/curso-marxismo-uma-leitura-necessria.html' title=''/><author><name>Clube de Cultura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15813552652085987682</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='18' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/logo%20clube1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cUFy38cGAZA/Rw4u7ntEN7I/AAAAAAAAAAU/WhQd58z0uUg/s72-c/MARXISMO+UMA+LEITURA1%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-29399901.post-115367044806838779</id><published>2006-07-23T08:56:00.000-07:00</published><updated>2006-07-23T11:33:24.206-07:00</updated><title type='text'>Palestras de Sabado: Irã, Líbano e Coreia do Norte</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1748/3131/1600/ir%3F%3F%20libano%20coreia.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; 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